AREsp 3045944 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e o Tribunal confirmou que a irregularidade no reconhecimento fotográfico previsto no art. 226 do CPP não torna a prova decisiva nula quando há confirmação em juízo e existência de outras provas independentes (depoimentos, bilhete com o nome do réu, identificação de tatuagem), manteve-se a incidência das majorantes pelo emprego de arma de fogo e restrição de liberdade e admitiu-se a consideração de condenação anterior como maus antecedentes mesmo que o trânsito em julgado ocorra após o fato, sendo vedado o reexame do conjunto fático-probatório pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante/recorrente: ELISMAR ALVES DA SILVA; Manifestante/recorrente (manifestou Se Pelo Improvimento): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 November 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Denegação De Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Reconhecimento De Pessoa (art. 226 Cpp), Nulidade Processual, Roubo Majorado (art. 157, §2º E §2º a Cp), Dosimetria, Maus Antecedentes, Prova Testemunhal, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ELISMAR ALVES DA SILVA
Agravante/recorrente
Ministério Público Federal
Manifestante/recorrente (manifestou Se Pelo Improvimento)
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Denegação De Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Nulidade do reconhecimento fotográfico por suposta inobservância do art. 226 do CPP
- 2 Suficiência da prova para condenação
- 3 Aplicabilidade das causas de aumento previstas no art. 157, §2º, incisos II e V, e §2º-A, inciso I, do CP
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e o Tribunal confirmou que a irregularidade no reconhecimento fotográfico previsto no art. 226 do CPP não torna a prova decisiva nula quando há confirmação em juízo e existência de outras provas independentes (depoimentos, bilhete com o nome do réu, identificação de tatuagem), manteve-se a incidência das majorantes pelo emprego de arma de fogo e restrição de liberdade e admitiu-se a consideração de condenação anterior como maus antecedentes mesmo que o trânsito em julgado ocorra após o fato, sendo vedado o reexame do conjunto fático-probatório pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
Orders
- Conheço do agravo.
- Conheço em parte do recurso especial.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment