AREsp 2482658 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque a pronúncia estava lastreada em indícios mínimos suficientes demonstrados nos autos, inclusive reconhecimento fotográfico realizado com descrição prévia das características, depoimento presencial da testemunha Diego, imagens de segurança e laudo papiloscópico que identificou impressões digitais no veículo utilizado no crime; além disso, a valoração definitiva das provas é competência do Tribunal do Júri, de modo que não cabia à instância superior revolver a matéria probatória para reformar a pronúncia.
- Parties
- Agravante: DANIEL ALVES SOUZA; Denunciado: WAGNER CORTES BERNARDES JÚNIOR; Denunciado: BRUNO DA SILVA OLIVEIRA; Denunciado: FELIPE PIRES BERNARDES; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Negação De Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Reconhecimento De Pessoas, Nulidade De Prova, Pronúncia, Admissibilidade De Recurso Especial, Prova Papiloscópica
Case Brief
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Parties
DANIEL ALVES SOUZA
Agravante
WAGNER CORTES BERNARDES JÚNIOR
Denunciado
BRUNO DA SILVA OLIVEIRA
Denunciado
FELIPE PIRES BERNARDES
Denunciado
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Negação De Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 validade do reconhecimento de pessoas e observância do art. 226 do CPP
- 2 efeito probatório do reconhecimento irregular
- 3 suficiência de indícios para pronúncia (art. 413 e 414 do CPP)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque a pronúncia estava lastreada em indícios mínimos suficientes demonstrados nos autos, inclusive reconhecimento fotográfico realizado com descrição prévia das características, depoimento presencial da testemunha Diego, imagens de segurança e laudo papiloscópico que identificou impressões digitais no veículo utilizado no crime; além disso, a valoração definitiva das provas é competência do Tribunal do Júri, de modo que não cabia à instância superior revolver a matéria probatória para reformar a pronúncia.
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial
Orders
- Publique-se e intimem-se
Full Case Text
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