HC 974748 - DECISAO

HC 974748 - DECISAO

Houve denegação da ordem porque, no caso concreto, as vítimas identificaram o acusado como pessoa que já conheciam, e seus depoimentos em juízo mostraram-se coerentes e corroborados por boletim de ocorrência, relatório de investigação, fotografias e depoimentos policiais; assim, a alegada irregularidade no procedimento de reconhecimento fotográfico não impõe, por si só, a absolvição, sendo possível manter a condenação com base nas provas independentes e na identificação de pessoa conhecida, configurando prova suficiente para manutenção da condenação pelo crime do art. 157, §2º-A, I, do Código Penal.

Parties
Paciente/condenado: GUILHERME DA ROSA FELICIANO; Tribunal De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Interessado/opinante: Ministério Público Federal; Vítima/testemunha: Elson Sutil Meirelles; Vítima/testemunha: Fernando Dutra Nunes
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 October 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito Denegação Da Ordem
Outcome
Denego a ordem.
Legal Topics
Reconhecimento De Pessoas, Prova Testemunhal, Art. 226 Do CPP, Identificação Fotográfica, Habeas Corpus, Coação Ilegal

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Parties

GUILHERME DA ROSA FELICIANO

Paciente/condenado

Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais

Tribunal De Origem

Ministério Público Federal

Interessado/opinante

Elson Sutil Meirelles

Vítima/testemunha

Fernando Dutra Nunes

Vítima/testemunha

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão De Mérito Denegação Da Ordem

  1. 1 Legalidade do reconhecimento fotográfico à luz do art. 226 do CPP
  2. 2 Valor probatório do reconhecimento presencial ou fotográfico
  3. 3 Possibilidade de manutenção da condenação quando houver prova independente e não contaminada

Ratio Decidendi

Houve denegação da ordem porque, no caso concreto, as vítimas identificaram o acusado como pessoa que já conheciam, e seus depoimentos em juízo mostraram-se coerentes e corroborados por boletim de ocorrência, relatório de investigação, fotografias e depoimentos policiais; assim, a alegada irregularidade no procedimento de reconhecimento fotográfico não impõe, por si só, a absolvição, sendo possível manter a condenação com base nas provas independentes e na identificação de pessoa conhecida, configurando prova suficiente para manutenção da condenação pelo crime do art. 157, §2º-A, I, do Código Penal.

Court Disposition

Denego a ordem.

Orders

  • Publique-se e intimem-se.