AREsp 2304637 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem examinou suficientemente as questões trazidas, não houve omissão conforme art. 619 do CPP, a condenação não se baseou exclusivamente em reconhecimento fotográfico (vítimas reconheceram o recorrente pessoalmente e o acusado foi preso na posse de bens subtraídos), e a eventual inobservância do art. 226 do CPP foi considerada mera irregularidade que não causou prejuízo ao resultado, de modo que a manutenção do édito condenatório é adequada.
- Parties
- Agravante: FERNANDO FERREIRA CARVALHO; Respondente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 April 2024
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Conhecimento E Julgamento Do Agravo, Decisão De Negar Provimento Ao Recurso Especial
- Legal Topics
- Reconhecimento De Pessoas (art. 226 Cpp), Nulidade Procesual, Omissão No Julgado, Admissibilidade De Recurso Especial, Art. 619 Do CPP, Art. 315, § 2º, IV, Do CPP, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
FERNANDO FERREIRA CARVALHO
Agravante
Ministério Público Federal
Respondente
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Conhecimento E Julgamento Do Agravo, Decisão De Negar Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se houve omissão no acórdão (art. 619 do CPP)
- 2 Se a Corte de origem deixou de analisar a tese relativa à impossibilidade de condenação baseada em reconhecimento sem observância do art. 226 do CPP
- 3 Se a condenação se baseou exclusivamente em reconhecimento fotográfico ou se há outras provas suficientes
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem examinou suficientemente as questões trazidas, não houve omissão conforme art. 619 do CPP, a condenação não se baseou exclusivamente em reconhecimento fotográfico (vítimas reconheceram o recorrente pessoalmente e o acusado foi preso na posse de bens subtraídos), e a eventual inobservância do art. 226 do CPP foi considerada mera irregularidade que não causou prejuízo ao resultado, de modo que a manutenção do édito condenatório é adequada.
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