AREsp 2601831 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o reconhecimento do recorrente, realizado em sede policial, observou as formalidades do art. 226 do CPP e foi ratificado e corroborado por outras provas produzidas em juízo (depoimento da vítima, depoimentos dos policiais, prisão em flagrante e confissão informal), de modo que não há nulidade que justifique a absolvição; quanto à dosimetria, a fração de aumento aplicada está dentro da discricionariedade judicial e foi devidamente fundamentada, observando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, razão pela qual a revisão não se impõe.
- Parties
- Agravante: ANTONIO MARCO ALVES DE SOUZA; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO; Interveniente (parecer): MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 July 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Recurso Especial (conhecimento E Negar Provimento)
- Outcome
- Agravou conhecido para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Reconhecimento De Pessoas (art. 226 Do Cpp), Reconhecimento Fotográfico, Valoração Da Prova, Dosimetria Da Pena, Sumulas (súmula 7/stj; Súmula 284/stf; Súmula 568/stj)
Case Brief
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Parties
ANTONIO MARCO ALVES DE SOUZA
Agravante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Prolator Do Acórdão
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente (parecer)
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Recurso Especial (conhecimento E Negar Provimento)
Legal Issues
- 1 validade do reconhecimento pessoal e fotográfico realizado na fase policial e observância do art. 226 do CPP
- 2 necessidade de corroboração do reconhecimento policial por outras provas colhidas em juízo
- 3 alcance da discricionariedade judicial na dosimetria da pena (art. 59 do CP)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o reconhecimento do recorrente, realizado em sede policial, observou as formalidades do art. 226 do CPP e foi ratificado e corroborado por outras provas produzidas em juízo (depoimento da vítima, depoimentos dos policiais, prisão em flagrante e confissão informal), de modo que não há nulidade que justifique a absolvição; quanto à dosimetria, a fração de aumento aplicada está dentro da discricionariedade judicial e foi devidamente fundamentada, observando os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, razão pela qual a revisão não se impõe.
Court Disposition
Agravou conhecido para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo em recurso especial.
- Nego provimento ao recurso especial.
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