HC 933948 - DECISAO
Não conheço do habeas corpus porque, na cognição limitada do writ, não se identificou manifesto e grave constrangimento ilegal: a condenação foi amparada por múltiplos e convergentes elementos probatórios (reconhecimento pela vítima em delegacia e em juízo, depoimentos das testemunhas/policiais e relatório de monitoramento da tornozeleira eletrônica indicando presença do paciente no local e horário do crime), de modo que eventual vício no procedimento de reconhecimento previsto no art. 226 do CPP não tornou a prova ilidível nem justificou o trancamento da ação penal, sendo inadequado o habeas corpus para reexame do conjunto fático-probatório.
- Parties
- Paciente: DANIEL DINIZ ALVES DE FRANÇA; Impetrante: Defensoria Pública; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte; Vítima: Valeria Coelho de Mello Lima
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 August 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão Monocrática)
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Reconhecimento Fotográfico, Art. 226 Do CPP, Prova Testemunhal, Monitoramento Eletrônico (tornozeleira), Habeas Corpus Substitutivo, In Dubio Pro Reo, Suficiência Probatória
Case Brief
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Parties
DANIEL DINIZ ALVES DE FRANÇA
Paciente
Defensoria Pública
Impetrante
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte
Órgão Prolator Do Acórdão
Valeria Coelho de Mello Lima
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 nulidade do reconhecimento fotográfico por inobservância do art. 226 do CPP
- 2 suficiência do conjunto probatório para manutenção da condenação
- 3 admissibilidade do habeas corpus como substituto de recurso próprio
Ratio Decidendi
Não conheço do habeas corpus porque, na cognição limitada do writ, não se identificou manifesto e grave constrangimento ilegal: a condenação foi amparada por múltiplos e convergentes elementos probatórios (reconhecimento pela vítima em delegacia e em juízo, depoimentos das testemunhas/policiais e relatório de monitoramento da tornozeleira eletrônica indicando presença do paciente no local e horário do crime), de modo que eventual vício no procedimento de reconhecimento previsto no art. 226 do CPP não tornou a prova ilidível nem justificou o trancamento da ação penal, sendo inadequado o habeas corpus para reexame do conjunto fático-probatório.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Não conheço do presente habeas corpus.
- Intimem-se.
Full Case Text
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