RHC 225986 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso em habeas corpus porque, em cognição sumária, não se demonstrou ilegalidade apta a fundamentar o trancamento da ação penal: o reconhecimento fotográfico não se revelou maculado de modo inequívoco diante das declarações das vítimas e de outros elementos investigativos; o fumus commissi delicti e o periculum libertatis restaram demonstrados pela gravidade concreta do latrocínio, concurso de agentes, emprego de arma de fogo e pela condição de foragido do paciente; e é jurisprudência consolidada que réu foragido não tem direito de participar por videoconferência da audiência de instrução, pelo que a pretensão defensiva foi rejeitada.
- Parties
- Paciente/recorrente/denunciado: KAIQUE VITOR SILVA DE OLIVEIRA; Denunciado: CLEISON DA SILVA GOMES; Denunciado: LUCAS FELIPE CARVALHO DE SOUZA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 October 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Pedido Liminar E Julgamento De Mérito Monocrático No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Reconhecimento Fotográfico, Nulidade, Trancamento Da Ação Penal, Prisão Preventiva, Fumus Commissi Delicti, Periculum Libertatis, Interrogatório Por Videoconferência, Réu Foragido, Ampla Defesa, Contraditório
Case Brief
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Parties
KAIQUE VITOR SILVA DE OLIVEIRA
Paciente/recorrente/denunciado
CLEISON DA SILVA GOMES
Denunciado
LUCAS FELIPE CARVALHO DE SOUZA
Denunciado
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Pedido Liminar E Julgamento De Mérito Monocrático No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 nulidade do reconhecimento fotográfico por suposta inobservância do art. 226 do CPP
- 2 possibilidade de trancamento da ação penal por falta de justa causa
- 3 fundamentação e manutenção da prisão preventiva (art. 312 CPP)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso em habeas corpus porque, em cognição sumária, não se demonstrou ilegalidade apta a fundamentar o trancamento da ação penal: o reconhecimento fotográfico não se revelou maculado de modo inequívoco diante das declarações das vítimas e de outros elementos investigativos; o fumus commissi delicti e o periculum libertatis restaram demonstrados pela gravidade concreta do latrocínio, concurso de agentes, emprego de arma de fogo e pela condição de foragido do paciente; e é jurisprudência consolidada que réu foragido não tem direito de participar por videoconferência da audiência de instrução, pelo que a pretensão defensiva foi rejeitada.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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