HC 653303 - DECISAO
O Relator não conheceu do habeas corpus por ser substitutivo de recurso próprio; examinando o mérito, concluiu que não houve constrangimento ilegal porque o reconhecimento fotográfico, realizado no mesmo dia dos fatos com prévia descrição e exibição de diversas fotos, observou as formalidades mínimas e, sobretudo,...
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- Parties
- Paciente: GABRIEL AMORIM DE SOUZA; Corréu: ADILSON FERREIRA DOS SANTOS; Corréu (falecido): Carlos Henrique do Nascimento; Vítima: Veridiana Ferreira Cordeiro; Vítima (proprietária): Dulcinéia; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça de São Paulo; Juízo De Origem: Juízo de Direito da 3ª Vara Criminal de Campinas/SP; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal; Órgão Ministerial Estadual: Ministério Público estadual
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 May 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Reconhecimento Fotográfico, Art. 226 Do CPP, Art. 155 Do CPP, Habeas Corpus Substitutivo De Recurso, Revisão Criminal, Extorsão Qualificada
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Parties
GABRIEL AMORIM DE SOUZA
Paciente
ADILSON FERREIRA DOS SANTOS
Corréu
Carlos Henrique do Nascimento
Corréu (falecido)
Veridiana Ferreira Cordeiro
Vítima
Dulcinéia
Vítima (proprietária)
Tribunal de Justiça de São Paulo
Órgão Julgador
Juízo de Direito da 3ª Vara Criminal de Campinas/SP
Juízo De Origem
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial
Ministério Público estadual
Órgão Ministerial Estadual
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão)
Legal Issues
- 1 validade do reconhecimento fotográfico realizado na fase inquisitorial
- 2 observância das formalidades do art. 226 do CPP
- 3 vedação de condenação exclusivamente em prova de inquérito (art. 155 do CPP)
Ratio Decidendi
O Relator não conheceu do habeas corpus por ser substitutivo de recurso próprio; examinando o mérito, concluiu que não houve constrangimento ilegal porque o reconhecimento fotográfico, realizado no mesmo dia dos fatos com prévia descrição e exibição de diversas fotos, observou as formalidades mínimas e, sobretudo, não foi a única prova: houve depoimentos em juízo (guardas municipais) e diligências que levaram à identificação do veículo em nome da esposa do paciente, de modo que a condenação não se firmou exclusivamente em prova inquisitorial, não caracterizando nulidade ou ilegalidade que ensejasse ordem de ofício.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Não conheço do habeas corpus.
- Intimem-se.
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