HC 900955 - DECISAO
Não há flagrante constrangimento ilegal que justifique concessão de ordem de ofício: ainda que o reconhecimento fotográfico pudesse ser considerado viciado por inobservância do art. 226 do CPP, o acórdão de origem fundamentou a condenação em provas autônomas e suficientes (depoimentos da vítima e policiais, demais elementos fáticos), a majorante por uso de arma de fogo restou demonstrada por prova testemunhal, o crime de corrupção de menores é formal e a dosimetria não incorreu em bis in idem por terem sido utilizadas condenações distintas em cada fase; assim, o habeas corpus substitutivo de recurso próprio não deve ser conhecido.
- Parties
- Paciente: ALEXANDRE GOMES DA COSTA; Parecer: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 May 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Não Conhecido (decisão Monocrática)
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Reconhecimento Fotográfico, Nulidade, Provas, Corrupção De Menores (art. 244 B Eca), Majorante Por Uso De Arma De Fogo, Dosimetria, Regime Inicial De Cumprimento De Pena, Bis in Idem, Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio
Case Brief
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Parties
ALEXANDRE GOMES DA COSTA
Paciente
Ministério Público Federal
Parecer
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Não Conhecido (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 nulidade do reconhecimento fotográfico (art. 226 CPP)
- 2 insuficiência de provas para o crime de roubo
- 3 demonstração de corrupção de menores (art. 244-B ECA)
Ratio Decidendi
Não há flagrante constrangimento ilegal que justifique concessão de ordem de ofício: ainda que o reconhecimento fotográfico pudesse ser considerado viciado por inobservância do art. 226 do CPP, o acórdão de origem fundamentou a condenação em provas autônomas e suficientes (depoimentos da vítima e policiais, demais elementos fáticos), a majorante por uso de arma de fogo restou demonstrada por prova testemunhal, o crime de corrupção de menores é formal e a dosimetria não incorreu em bis in idem por terem sido utilizadas condenações distintas em cada fase; assim, o habeas corpus substitutivo de recurso próprio não deve ser conhecido.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Não conheço do presente habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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