AREsp 1765827 - DECISAO
O STJ reconheceu que a instância ordinária fundou a condenação em elementos de convicção (reconhecimento pessoal ratificado em juízo e demais provas constantes dos autos), cujo reexame implicaria revolvimento fático-probatório vedado pela Súmula n. 7. Além disso, a alegação relativa ao art. 4º da Lei nº 13.654/2018 envolveu matéria com pronunciamento do Conselho Especial citado, e a ausência de recurso extraordinário torna aplicável a Súmula n. 126, restringindo o conhecimento do recurso especial. Assim, conheceu-se do agravo em parte, mas negou-se provimento ao recurso especial, com fundamento nas súmulas e nas razões de admissibilidade e mérito delineadas no acórdão.
- Parties
- Agravante: CLAUDINEI ROLIM ARARUNA; Agravado: MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 October 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Admissibilidade E Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Reconhecimento Pessoal, Prova Testemunhal, Majorante Por Emprego De Arma Branca, Inadmissibilidade De Recurso Especial (súmula 7 E Súmula 126), Controle De Inconstitucionalidade Incidental
Case Brief
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Parties
CLAUDINEI ROLIM ARARUNA
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Admissibilidade E Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 ofensa ao art. 386, VII do CPP (insuficiência de provas)
- 2 aplicação ou afastamento da majorante do art. 157, §2º, I, do CP em razão da Lei nº 13.654/18 e sua alegada inconstitucionalidade formal
- 3 incidência das Súmulas n. 7 e n. 126 do STJ sobre a admissibilidade do recurso especial
Ratio Decidendi
O STJ reconheceu que a instância ordinária fundou a condenação em elementos de convicção (reconhecimento pessoal ratificado em juízo e demais provas constantes dos autos), cujo reexame implicaria revolvimento fático-probatório vedado pela Súmula n. 7. Além disso, a alegação relativa ao art. 4º da Lei nº 13.654/2018 envolveu matéria com pronunciamento do Conselho Especial citado, e a ausência de recurso extraordinário torna aplicável a Súmula n. 126, restringindo o conhecimento do recurso especial. Assim, conheceu-se do agravo em parte, mas negou-se provimento ao recurso especial, com fundamento nas súmulas e nas razões de admissibilidade e mérito delineadas no acórdão.
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