REsp 2142580 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso e negou-se provimento porque a irregularidade do reconhecimento pessoal apontada não era apta, por si só, a desconstituir a condenação, que se fundou em outros elementos de convicção independentes (APFD, boletim de ocorrência, auto de apreensão e termo de restituição, localização do celular, depoimentos e circunstâncias da prisão); a modificação do entendimento exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; a alegação relativa ao art. 14 do Código Penal estava genérica e sujeita à Súmula 284/STF; e a questão sobre assistência judiciária gratuita deve ser aferida pelo juízo da execução.
- Parties
- Recorrente: MIKE FLORENTINO SILVA; Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial (penal) Interposto Nos Autos De Apelação Criminal / Decisão Proferida Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Reconhecimento Pessoal, Nulidade De Prova, Prova Testemunhal, Reexame De Fatos E Provas, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf, Assistência Judiciária Gratuita, Tentativa, Roubo Majorado Tentado
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
MIKE FLORENTINO SILVA
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial (penal) Interposto Nos Autos De Apelação Criminal / Decisão Proferida Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 Nulidade do reconhecimento pessoal realizado sem observância do art. 226 do CPP
- 2 Efeito de reconhecimento irregular sobre a manutenção da condenação quando houver outros elementos de convicção independentes
- 3 Suficiência das provas para a autoria e condenação
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso e negou-se provimento porque a irregularidade do reconhecimento pessoal apontada não era apta, por si só, a desconstituir a condenação, que se fundou em outros elementos de convicção independentes (APFD, boletim de ocorrência, auto de apreensão e termo de restituição, localização do celular, depoimentos e circunstâncias da prisão); a modificação do entendimento exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; a alegação relativa ao art. 14 do Código Penal estava genérica e sujeita à Súmula 284/STF; e a questão sobre assistência judiciária gratuita deve ser aferida pelo juízo da execução.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment