AREsp 2698257 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque, apesar da jurisprudência indicar que o reconhecimento pessoal/fotográfico não é prova suficiente por si só e que reconhecimento realizado em desacordo com o art. 226 do CPP é inválido, no caso concreto a condenação foi lastreada em outras provas independentes e suficientes (depoimento da vítima em juízo, recuperação da res furtiva, prisão logo após o fato com as mesmas vestes), de modo que a pretensão absolutória exigiria reexame probatório proibido pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante/recorrente: JOÃO VITOR DA SILVA; Tribunal De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo No Superior Tribunal De Justiça; Conhecimento E Decisão Sobre O Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Reconhecimento Pessoal, Reconhecimento Fotográfico, Art. 226 Do CPP, Nulidade De Prova, Suficiência Probatória, Súmula 7/stj, Roubo Majorado, Art. 157, §2º, II E VII, Do Código Penal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOÃO VITOR DA SILVA
Agravante/recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Tribunal De Origem
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo No Superior Tribunal De Justiça; Conhecimento E Decisão Sobre O Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Nulidade do reconhecimento fotográfico e pessoal por inobservância do art. 226 do CPP
- 2 Se o reconhecimento, ainda que viciado, foi a única prova da autoria
- 3 Possibilidade de absolvição por insuficiência de provas versus vedação ao revolvimento fático-probatório pela Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque, apesar da jurisprudência indicar que o reconhecimento pessoal/fotográfico não é prova suficiente por si só e que reconhecimento realizado em desacordo com o art. 226 do CPP é inválido, no caso concreto a condenação foi lastreada em outras provas independentes e suficientes (depoimento da vítima em juízo, recuperação da res furtiva, prisão logo após o fato com as mesmas vestes), de modo que a pretensão absolutória exigiria reexame probatório proibido pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment