HC 968296 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a condenação do agravante não se baseou exclusivamente em reconhecimento policial realizado em desacordo com o art. 226 do CPP, havendo outras provas colhidas nas instâncias ordinárias (ratificação em juízo, prova oral e demais elementos) que, em conjunto, sustentam a autoria; além disso, o habeas corpus não é meio adequado para reexaminar questões fático-probatórias.
- Parties
- Agravante: MAURICIO DE ARRUDA MALHEIROS FILHO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Habeas Corpus / Decisão Colegiada (sexta Turma)
- Outcome
- Agravo regimental improvido
- Legal Topics
- Reconhecimento Pessoal, Nulidade, Prova Ilícita, Habeas Corpus, Reexame Fático Probatório, Roubo Majorado, Art. 226 Do CPP
Case Brief
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Parties
MAURICIO DE ARRUDA MALHEIROS FILHO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Habeas Corpus / Decisão Colegiada (sexta Turma)
Legal Issues
- 1 Se a inobservância do art. 226 do CPP no reconhecimento pessoal invalida a condenação
- 2 Se a existência de outras provas autônomas permite a manutenção da condenação apesar de vício no reconhecimento
- 3 Se o habeas corpus é meio adequado para reexame de matéria fático-probatória
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a condenação do agravante não se baseou exclusivamente em reconhecimento policial realizado em desacordo com o art. 226 do CPP, havendo outras provas colhidas nas instâncias ordinárias (ratificação em juízo, prova oral e demais elementos) que, em conjunto, sustentam a autoria; além disso, o habeas corpus não é meio adequado para reexaminar questões fático-probatórias.
Court Disposition
Agravo regimental improvido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
Judgment text and source record
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