RHC 231773 - DECISAO
Negou-se provimento porque, prima facie, a atuação policial foi legítima diante do flagrante, da apreensão da res furtiva e de armas, e do reconhecimento das vítimas no local ocorrido minutos após o crime em local próximo; ademais, a manutenção da prisão preventiva foi considerada fundamentada pela continuidade da custódia durante a ação penal, e o habeas corpus não seria o meio adequado para reexame aprofundado da prova.
- Parties
- Recorrente: JOAO AUGUSTO RIBEIRO DA SILVA GOMES; Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 February 2026
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
- Legal Topics
- Reconhecimento Pessoal, Busca Pessoal, Flagrante Delito, Prisão Preventiva, Nulidade De Provas, Insuficiência Probatória
Case Brief
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Parties
JOAO AUGUSTO RIBEIRO DA SILVA GOMES
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARÁ
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 nulidade da abordagem policial por ausência de fundada suspeita
- 2 nulidade do reconhecimento pessoal por suposta inobservância do art. 226 do CPP
- 3 ilegalidade da busca pessoal e de eventual ingresso em domicílio
Ratio Decidendi
Negou-se provimento porque, prima facie, a atuação policial foi legítima diante do flagrante, da apreensão da res furtiva e de armas, e do reconhecimento das vítimas no local ocorrido minutos após o crime em local próximo; ademais, a manutenção da prisão preventiva foi considerada fundamentada pela continuidade da custódia durante a ação penal, e o habeas corpus não seria o meio adequado para reexame aprofundado da prova.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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