HC 976325 - DECISAO
O habeas corpus foi indeferido liminarmente por ser reiteração de matéria já objeto de habeas corpus no STJ (HC n. 900.460/SP e precedentes), sem apresentação de novos argumentos capazes de desconstituir a decisão impugnada, não se verificando manifesta ilegalidade que justificasse o prosseguimento do writ;...
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- Parties
- Paciente: ALAN JONES ARAUJO ALVES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Apelação Criminal n. 1505612-68.2022.8.26.0228)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 January 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Liminar Indeferida
- Outcome
- Indefiro liminarmente este Habeas Corpus; o writ não merece prosseguir.
- Legal Topics
- Redutor De Pena (art.33, §4º, Lei 11.343/2006), Regime Inicial De Cumprimento De Pena (art.33, §3º, Código Penal), Reiteração De Habeas Corpus, Fundamentação Idônea De Decisões Condenatórias
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Parties
ALAN JONES ARAUJO ALVES
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Apelação Criminal n. 1505612-68.2022.8.26.0228)
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Liminar Indeferida
Legal Issues
- 1 aplicação do redutor da pena do art.33, §4º, Lei 11.343/2006
- 2 concessão de regime prisional menos gravoso com fundamento no art.33, §3º do Código Penal
- 3 indeferimento liminar por reiteração de habeas corpus
Ratio Decidendi
O habeas corpus foi indeferido liminarmente por ser reiteração de matéria já objeto de habeas corpus no STJ (HC n. 900.460/SP e precedentes), sem apresentação de novos argumentos capazes de desconstituir a decisão impugnada, não se verificando manifesta ilegalidade que justificasse o prosseguimento do writ; fundamenta-se em precedentes e nas disposições regimentais aplicáveis (art.21, XIII, c e art.210 do RISTJ).
Court Disposition
Indefiro liminarmente este Habeas Corpus; o writ não merece prosseguir.
Orders
- Indefiro liminarmente este Habeas Corpus.
- Cientifique-se o Ministério Público Federal.
Full Case Text
Judgment text and source record
1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de Habeas Corpus impetrado em favor de ALAN JONES ARAUJO ALVES, no qual se aponta como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO (Apelação Criminal n. 1505612-68.2022.8.26.0228). Consta dos autos que o paciente foi condenado como incurso no art. 33, caput, da Lei 11.343/2006 à pena de 9 (nove) meses e 10 (dez) dias de reclusão, no regime inicial fechado, e a pagar 777 (setecentos e setenta e sete) dias-multa, pelo porte de 20 (vinte) tijolos de cocaína, com peso líquido de 20 kg. Sustenta a impetrante a ocorrência de constrangimento ilegal porquanto a autoridade coatora deixou de fundamentar de forma idônea a tese da não aplicação do redutor da pena previsto no art. 33, parágrafo 4º, da Lei 11.343/2006, e da imposição do regime prisional menos gravoso com fulcro no art. 33, parágrafo 3º, do Código Penal. Requer seja aplicado o redutor da pena no patamar máximo de 2/3 (dois terços), em conformidade com o artigo 33, parágrafo 4º da Lei 11.343/06, e a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito. É o relatório. Decido. O writ não merece prosseguir. A matéria aqui suscitada é também objeto do HC n. 900.460/SP. Constata-se, assim, a inadmissível re iteração, a obstar o prosseguimento do feito. Confira-se, a propósito: AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS. TRÁFICO DE DROGAS. MERA REITERAÇÃO DE WRIT ANTERIORMENTE IMPETRADO. INEXISTÊNCIA DE NOVOS ARGUMENTOS APTOS A DESCONSTITUIR A DECISÃO IMPUGNADA. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO. I - A segregação cautelar deve ser considerada exceção, já que tal medida constritiva só se justifica caso demonstrada sua real indispensabilidade para assegurar a ordem pública, a instrução criminal ou a aplicação da lei penal, ex vi do artigo 312 do Código de Processo Penal. II - A matéria aqui suscitada é também objeto do HC n. 915483-PR. Constata-se, assim, a inadmissível reiteração, consoante o entendimento do Superior Tribunal de Justiça. Precedentes. III- Não há manifesta ilegalidade ou teratologia identificadas. IV- É assente nesta Corte Superior que o agravo regimental deve trazer novos argumentos capazes de alterar o entendimento anteriormente firmado, sob pena de ser mantida a decisão vergastada pelos próprios fundamentos. Precedentes. Agravo regimental desprovido. (AgRg no HC n. 921.248/PR, Rel. Ministro Messod Azulay Neto, Quinta Turma, DJe de 6.9.2024.) Ante o exposto, com funda m ento no art. 21, XIII, c, c/c o art. 210 do RISTJ, indefiro liminarmente este Habeas Corpus. Cientifique-se o Ministério Público Federal. Publique-se. Intimem-se. EMENTA