REsp 2120397 - DECISAO

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O Tribunal manteve a conclusão de que, embora a PREVHAB tenha efetuado pagamentos de forma espontânea e além do pactuado, o INSS beneficiou-se desses pagamentos e reconheceu administrativamente o reembolso à CEF; diante da ilegitimidade da PREVHAB para pleitear o ressarcimento diretamente perante o INSS e da ausência de impugnação eficaz dos fundamentos fáticos pelo recorrente, não se admite o revolvimento probatório em recurso especial, devendo o recurso ser conhecido parcialmente e ter provimento negado, preservando-se a condenação da CEF ao reembolso com direito de regresso contra o INSS conforme art. 932 do CC/1916.

Parties
Recorrente: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; Recorrida: PREVHAB PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
02 April 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Parcial E Negado Provimento)
Outcome
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento ao recurso interposto pela CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
Legal Topics
Reembolso, Responsabilidade De Terceiro, Convênio Administrativo, Ilegitimidade Ativa, Honorários Sucumbenciais, Prescrição

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Parties

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Recorrente

PREVHAB PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

Recorrida

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Parcial E Negado Provimento)

  1. 1 Dever de reembolso da CEF à PREVHAB pelos benefícios do RGPS pagos no período de março/1987 a fevereiro/1988
  2. 2 Aplicação do art. 932 do Código Civil de 1916 ao pagamento efetuado por terceiro
  3. 3 Ilegitimidade ativa da PREVHAB para pleitear reembolso diretamente perante o INSS

Ratio Decidendi

O Tribunal manteve a conclusão de que, embora a PREVHAB tenha efetuado pagamentos de forma espontânea e além do pactuado, o INSS beneficiou-se desses pagamentos e reconheceu administrativamente o reembolso à CEF; diante da ilegitimidade da PREVHAB para pleitear o ressarcimento diretamente perante o INSS e da ausência de impugnação eficaz dos fundamentos fáticos pelo recorrente, não se admite o revolvimento probatório em recurso especial, devendo o recurso ser conhecido parcialmente e ter provimento negado, preservando-se a condenação da CEF ao reembolso com direito de regresso contra o INSS conforme art. 932 do CC/1916.

Court Disposition

Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento ao recurso interposto pela CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.

Orders

  • Conhece-se parcialmente e nega-se provimento ao recurso especial interposto pela CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
  • Majoram-se os honorários sucumbenciais para 11% do valor da condenação, em favor dos patronos da parte recorrida.