HC 962003 - DECISAO
O habeas corpus não foi conhecido por constituir meio substitutivo de recurso próprio; subsidiariamente, as instâncias ordinárias, com base em prova de descumprimento reiterado das condições do regime (ausência de comparecimento ao patronato e interrupção do monitoramento eletrônico por mais de 30 dias) e na...
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- Parties
- Paciente: CARLOS ALBERTO DOS SANTOS AMARAL; Impetrante: DEFENSORIA PÚBLICA; Órgão Julgador De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Interessado/parecerista: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Juízo De Origem: JUÍZO DA VARA DE EXECUÇÕES PENAIS DO RIO DE JANEIRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 January 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Habeas Corpus Não Conhecido (decisão De Mérito Não Conhecida)
- Legal Topics
- Regressão Cautelar De Regime, Prisão Albergue Domiciliar, Monitoramento Eletrônico, Morador De Rua, Falta Grave, Oitiva Prévia
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Parties
CARLOS ALBERTO DOS SANTOS AMARAL
Paciente
DEFENSORIA PÚBLICA
Impetrante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Órgão Julgador De Origem
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interessado/parecerista
JUÍZO DA VARA DE EXECUÇÕES PENAIS DO RIO DE JANEIRO
Juízo De Origem
Procedural Posture
Habeas Corpus / Habeas Corpus Não Conhecido (decisão De Mérito Não Conhecida)
Legal Issues
- 1 admissibilidade do habeas corpus quando existe recurso próprio
- 2 possibilidade de regressão cautelar do regime sem oitiva prévia do apenado
- 3 se a condição de morador de rua justifica o descumprimento de condições do regime
Ratio Decidendi
O habeas corpus não foi conhecido por constituir meio substitutivo de recurso próprio; subsidiariamente, as instâncias ordinárias, com base em prova de descumprimento reiterado das condições do regime (ausência de comparecimento ao patronato e interrupção do monitoramento eletrônico por mais de 30 dias) e na previsão legal de falta grave (arts. 50 e 118 da LEP), legitimaram a regressão cautelar do regime sem oitiva prévia do apenado, entendendo que a condição de morador de rua, isoladamente, não autoriza o descumprimento das obrigações impostas, não havendo constrangimento ilegal a ser sanado pela ordem.
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