AREsp 2498885 - DECISAO
O agravo foi negado provimento porque as alegações capazes de modificar o acórdão recorrido demandariam reexame do conjunto fático-probatório (vedado pela Súmula n. 7/STJ) e porque o acórdão já concluiu, com base em prova dos autos, que a Apelada detém justo título e posse de boa-fé e que o bem é fração da herança, além de reconhecer que a ausência de escritura pública não impede a constatação da posse.
- Parties
- Apelante: Apelante; Apelada: Apelada; De Cujus: Tereza Galliza; Advogado: Dr. Edmilson Santos Galiza (OAB/BA 23.373)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Final No Agravo (nega Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Reintegração De Posse, Danos Materiais, Doação, Sucessões, Escritura Pública, Honorários Advocatícios, Preclusão / Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Apelante
Apelante
Apelada
Apelada
Tereza Galliza
De Cujus
Dr. Edmilson Santos Galiza (OAB/BA 23.373)
Advogado
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos / Decisão Final No Agravo (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 incidência da Súmula n. 7/STJ quanto à impossibilidade de reexame de prova
- 2 validade da doação que abrange fração da herança e eventual ofensa aos arts. 548 e 549 do CC
- 3 necessidade de escritura pública para validade de negócio jurídico de transferência de direitos reais sobre imóvel
Ratio Decidendi
O agravo foi negado provimento porque as alegações capazes de modificar o acórdão recorrido demandariam reexame do conjunto fático-probatório (vedado pela Súmula n. 7/STJ) e porque o acórdão já concluiu, com base em prova dos autos, que a Apelada detém justo título e posse de boa-fé e que o bem é fração da herança, além de reconhecer que a ausência de escritura pública não impede a constatação da posse.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- MAJORO os honorários advocatícios em 20% (vinte por cento) do valor arbitrado, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment