REsp 1923738 - DECISAO
Aplicando-se o art. 496, § 3º, I, do CPC/2015, e considerando que as sentenças previdenciárias são mensuráveis por cálculo aritmético e dificilmente atingirão mil salários mínimos, a remessa necessária fica dispensada; assim, nega-se provimento ao recurso especial interposto pelo INSS.
- Parties
- Recorrente: INSS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 May 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão
- Outcome
- Nega-se provimento ao Recurso Especial do INSS.
- Legal Topics
- Remessa Necessária, Sentença Ilíquida, Art. 496, § 3o., I, Cpc/2015, Súmula 490 Do STJ, Proveito Econômico, Mensuração De Benefícios Previdenciários
Case Brief
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Parties
INSS
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão
Legal Issues
- 1 Cabe remessa necessária para sentença ilíquida proferida contra autarquia previdenciária após o CPC/2015?
- 2 Pode-se aferir o valor de condenação ou proveito econômico em ações previdenciárias por cálculo aritmético?
- 3 Aplica-se a orientação da Súmula 490 do STJ às sentenças ilíquidas de natureza previdenciária após o art. 496, § 3º, I, do CPC/2015?
Ratio Decidendi
Aplicando-se o art. 496, § 3º, I, do CPC/2015, e considerando que as sentenças previdenciárias são mensuráveis por cálculo aritmético e dificilmente atingirão mil salários mínimos, a remessa necessária fica dispensada; assim, nega-se provimento ao recurso especial interposto pelo INSS.
Court Disposition
Nega-se provimento ao Recurso Especial do INSS.
Orders
- Nega-se provimento ao Recurso Especial do INSS.
- Publique-se. Intimações necessárias.
Full Case Text
Judgment text and source record
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