REsp 2116385 - ACORDAO
Por ser possível aferir, de plano, o proveito econômico por simples cálculos aritméticos e verificar que a condenação não alcançará o limite de mil salários mínimos previsto no art. 496, § 3º, I, do CPC/2015, a sentença não é considerada ilíquida e não se exige remessa necessária, razão pela qual negou-se provimento ao agravo interno.
- Parties
- Agravante: Estado da Paraíba
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual (21/05/2024 a 27/05/2024); Decisão De Negar Provimento Ao Agravo Interno
- Outcome
- Negar provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Remessa Necessária, Iliquidez Do Título, Proveito Econômico, Cálculos Aritméticos, Reexame Obrigatório
Case Brief
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Parties
Estado da Paraíba
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Em Sessão Virtual (21/05/2024 a 27/05/2024); Decisão De Negar Provimento Ao Agravo Interno
Legal Issues
- 1 Cabimento da remessa necessária em sentenças ilíquidas
- 2 Aplicação do art. 496, § 3º, I, do CPC/2015 em demandas previdenciárias
- 3 Mensurabilidade do proveito econômico por cálculos aritméticos
Ratio Decidendi
Por ser possível aferir, de plano, o proveito econômico por simples cálculos aritméticos e verificar que a condenação não alcançará o limite de mil salários mínimos previsto no art. 496, § 3º, I, do CPC/2015, a sentença não é considerada ilíquida e não se exige remessa necessária, razão pela qual negou-se provimento ao agravo interno.
Court Disposition
Negar provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Negar provimento ao recurso especial
Full Case Text
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