REsp 1694994 - DECISAO
O recurso especial não foi conhecido porque a Corte de origem analisou a controvérsia à luz de precedentes que reconhecem a legitimidade dos Estados (Súmula 447/STJ), foi constatada a responsabilidade exclusiva da Fazenda Pública do Estado de Minas Gerais pela restituição com fundamento no art. 462 do CPC, e o exame de matéria fático-probatória adicional esbarra no óbice da Súmula 7/STJ, afastando-se, assim, a pretensão recursal.
- Parties
- ESTADO DE MINAS GERAIS; MEIRE MARIA DA SILVEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 May 2021
- Procedural Posture
- Embargos À Execução De Título Judicial / Recurso Especial Não Conhecido
- Outcome
- Recurso especial não conhecido
- Legal Topics
- Repetição De Indébito, Imposto De Renda Retido Na Fonte, Legitimidade Passiva, Coisa Julgada, Competência Da Justiça Federal, Honorários Advocatícios, Reexame Fático Probatório (súmula 7/stj)
Case Brief
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Parties
ESTADO DE MINAS GERAIS
MEIRE MARIA DA SILVEIRA
Procedural Posture
Embargos À Execução De Título Judicial / Recurso Especial Não Conhecido
Legal Issues
- 1 Legitimidade dos Estados para figurar no polo passivo em ações de repetição de indébito de imposto de renda retido na fonte
- 2 Responsabilidade exclusiva da Fazenda Pública estadual pela restituição pleiteada
- 3 Aplicação do óbice da Súmula 7/STJ ao reexame de matéria fático-probatória
Ratio Decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque a Corte de origem analisou a controvérsia à luz de precedentes que reconhecem a legitimidade dos Estados (Súmula 447/STJ), foi constatada a responsabilidade exclusiva da Fazenda Pública do Estado de Minas Gerais pela restituição com fundamento no art. 462 do CPC, e o exame de matéria fático-probatória adicional esbarra no óbice da Súmula 7/STJ, afastando-se, assim, a pretensão recursal.
Court Disposition
Recurso especial não conhecido
Orders
- Afasto, com fundamento no art. 462 do CPC, a responsabilidade da UNIÃO (FN) estabelecida pelo Juízo de origem
- Determino a majoração, em desfavor da parte recorrente, no importe de 10% sobre o valor dos honorários já fixado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil de 2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do dispositivo legal
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