AREsp 2186320 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem, com base na prova, concluiu pela ausência de má-fé da instituição financeira (apenas culpa, falta de cuidado e falha de comunicação), de maneira que a sanção do art. 940 do CC não é aplicável; tal valoração fática não pode ser reformada no recurso especial em razão da Súmula 7/STJ.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão: Agravo Negado
- Outcome
- nego provimento ao agravo em recurso especial
- Legal Topics
- Repetição De Indébito Em Dobro, Artigo 940 Do Código Civil, Artigo 42 Do Código De Defesa Do Consumidor, Má Fé Objetiva, Boa Fé Objetiva, Súmula 7/stj, Prescrição Decenal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão: Agravo Negado
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade do art. 940 do Código Civil e necessidade de prova de má-fé
- 2 Interpretação do parágrafo único do art. 42 do CDC quanto à necessidade de elemento volitivo para restituição em dobro
- 3 Possibilidade de reanálise de questões de fato no recurso especial (Súmula 7/STJ)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem, com base na prova, concluiu pela ausência de má-fé da instituição financeira (apenas culpa, falta de cuidado e falha de comunicação), de maneira que a sanção do art. 940 do CC não é aplicável; tal valoração fática não pode ser reformada no recurso especial em razão da Súmula 7/STJ.
Court Disposition
nego provimento ao agravo em recurso especial
Orders
- Nego provimento ao agravo em recurso especial
- Deixo de arbitrar honorários de recurso, conforme §§ 2º e 11 do artigo 85 do CPC
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment