AREsp 1927140 - ACORDAO
O agravo interno deve ser desprovido porque as razões não são aptas a alterar o convencimento do acórdão recorrido; o reexame do julgado demandaria revolvimento de matéria fática e probatória interditada pela Súmula 7/STJ, e o Tribunal de origem corretamente limitou a repetição em dobro ao valor efetivamente pago...
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- Parties
- Agravantes: ODILA CAMARGO PENALVA e OUTROS; Apelante: BANCO DO BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pela Terceira Turma (negado Provimento Ao Agravo Interno)
- Outcome
- Agravo interno desprovido.
- Legal Topics
- Repetição Do Indébito, Artigo 940 Do Código Civil, Súmula 7/stj, Dissídio Jurisprudencial, Agravo Interno, Responsabilidade Por Cobrança Indevida
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Parties
ODILA CAMARGO PENALVA e OUTROS
Agravantes
BANCO DO BRASIL
Apelante
Procedural Posture
Agravo Interno Em Agravo Em Recurso Especial / Julgado Pela Terceira Turma (negado Provimento Ao Agravo Interno)
Legal Issues
- 1 incidência da Súmula 7/STJ impedindo o reexame do conjunto fático-probatório
- 2 alcance do art. 940 do Código Civil para repetição do indébito em dobro
- 3 quantificação da repetição em dobro: valor efetivamente pago versus valor cobrado pela instituição financeira
Ratio Decidendi
O agravo interno deve ser desprovido porque as razões não são aptas a alterar o convencimento do acórdão recorrido; o reexame do julgado demandaria revolvimento de matéria fática e probatória interditada pela Súmula 7/STJ, e o Tribunal de origem corretamente limitou a repetição em dobro ao valor efetivamente pago pelo mutuário, por razões de proporcionalidade e em face das provas acostadas nos autos.
Court Disposition
Agravo interno desprovido.
Orders
- Nego provimento ao agravo interno.
- Advertência sobre possibilidade de aplicação da multa nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015 para embargos manifestamente inadmissíveis ou protelatórios.
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