REsp 2216671 - DECISAO

REsp 2216671 - DECISAO

Os embargos foram rejeitados porque a embargante não regularizou a representação processual no prazo peremptório de 5 dias previsto no art. 76 do CPC/2015 após intimação, de modo que a juntada posterior (fls. 633-636) ocorreu fora do prazo, caracterizando preclusão temporal; aplica-se o Enunciado Administrativo n.3 do STJ e a Súmula 115/STJ que impedem o conhecimento do recurso sem procuração nos autos.

Parties
Embargante: ADRIANA COSTA BARBOSA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
28 August 2025
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos
Outcome
Embargos de Declaração rejeitados
Legal Topics
Representação Processual, Procuração, Substabelecimento, Preclusão Temporal, Súmula 115/stj, Embargos De Declaração

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 15 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

ADRIANA COSTA BARBOSA

Embargante

Procedural Posture

Embargos De Declaração / Decisão De Rejeição Dos Embargos

  1. 1 regularização da representação processual
  2. 2 preclusão temporal pela não juntada da procuração no prazo
  3. 3 aplicação da Súmula 115/STJ

Ratio Decidendi

Os embargos foram rejeitados porque a embargante não regularizou a representação processual no prazo peremptório de 5 dias previsto no art. 76 do CPC/2015 após intimação, de modo que a juntada posterior (fls. 633-636) ocorreu fora do prazo, caracterizando preclusão temporal; aplica-se o Enunciado Administrativo n.3 do STJ e a Súmula 115/STJ que impedem o conhecimento do recurso sem procuração nos autos.

Court Disposition

Embargos de Declaração rejeitados

Orders

  • Rejeitam-se os Embargos de Declaração
  • Adverte-se que a reiteração do mesmo expediente ensejará multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, na hipótese de embargos manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)