AREsp 1927365 - DECISAO

AREsp 1927365 - DECISAO

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque o agravante não demonstrou dissídio jurisprudencial nos termos exigidos, a decisão estadual está lastreada em início de prova escrita (recibo de R$ 50.000,00) e em prova testemunhal subsidiária, e a reforma implicaria reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ.

Parties
Agravante / Réu: ARISTIDES RAMOS DOS SANTOS; Autor / Recorrido: Antonio
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
01 October 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade
Outcome
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial
Legal Topics
Rescisão Contratual, Prova Testemunhal Subsidiária, Início De Prova Escrita, Ônus Da Prova, Dissídio Jurisprudencial, Súmula 7/stj

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 15 Party arguments 2 Amounts and remedies 3
Sign in to unlock

Parties

ARISTIDES RAMOS DOS SANTOS

Agravante / Réu

Antonio

Autor / Recorrido

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade

  1. 1 admissibilidade do recurso especial
  2. 2 demonstração de dissídio jurisprudencial nos termos do art. 1.029, §1º, CPC/2015
  3. 3 possibilidade de utilização de prova testemunhal subsidiária quando há início de prova escrita

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque o agravante não demonstrou dissídio jurisprudencial nos termos exigidos, a decisão estadual está lastreada em início de prova escrita (recibo de R$ 50.000,00) e em prova testemunhal subsidiária, e a reforma implicaria reexame do conjunto fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ.

Court Disposition

Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial

Orders

  • Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
  • Majoram-se os honorários sucumbenciais fixados em favor do patrono da parte recorrida em 2% sobre o valor da condenação.