AREsp 2169520 - DECISAO
O agravo não deve prosperar porque revisar o acórdão recorrido exigiria interpretação contratual e revolvimento do conjunto fático-probatório, configurando óbice pelas Súmulas n.5 e n.7 do STJ, de modo que se nega provimento ao agravo e mantém-se a decisão que afastou a cumulação das arras com a cláusula penal e determinou retenção de 25%.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial (juízo De Admissibilidade/retratação)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo em recurso especial.
- Legal Topics
- Rescisão Contratual, Arras, Cláusula Penal, Inadmissão De Recurso Especial, Súmula N.7 Do STJ, Súmula N.5 Do STJ
Case Brief
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Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial (juízo De Admissibilidade/retratação)
Legal Issues
- 1 Impossibilidade de cumulação de arras indenizatórias com cláusula penal (bis in idem)
- 2 Inadmissibilidade de reexame de matéria fático-probatória por força da Súmula n.7 do STJ
- 3 Legalidade da cláusula contratual que prevê retenção de arras e deduções previstas no contrato
Ratio Decidendi
O agravo não deve prosperar porque revisar o acórdão recorrido exigiria interpretação contratual e revolvimento do conjunto fático-probatório, configurando óbice pelas Súmulas n.5 e n.7 do STJ, de modo que se nega provimento ao agravo e mantém-se a decisão que afastou a cumulação das arras com a cláusula penal e determinou retenção de 25%.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo em recurso especial.
Orders
- NEGO PROVIMENTO ao agravo em recurso especial.
- Publique-se e intimem-se.
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