AREsp 2964998 - DECISAO
O tribunal afastou a alegada ofensa aos arts. 489, § 1º, IV, e 1.022, II, do CPC, por entender que o acórdão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina examinou e fundamentou de forma clara e suficiente as questões essenciais; no mérito, concluiu-se que a consolidação da propriedade por usucapião somente ocorreu em 18.05.2018, impedindo a obtenção do financiamento na data contratada (05.05.2015) e atribuindo a culpa à vendedora, razão pela qual a rescisão contratual, a aplicação da cláusula penal, a indenização pela fruição do imóvel e a reintegração de posse não se justificam; em consequência, negou-se provimento ao agravo e majoraram-se os honorários em 10% nos termos do art. 85, § 11, do...
- Parties
- Agravante: OLGA BORDIN RAMOS; Procurador Da Requerida: Cenir Truppel
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 July 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Agravo Conhecido E Negado Provimento
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Rescisão Contratual, Compra E Venda De Imóvel, Usucapião, Financiamento Imobiliário, Cláusula Penal, Indenização Pela Fruição Do Bem, Reintegração De Posse, Honorários Advocatícios, Omissão E Falta De Fundamentação (arts. 489 §1º IV E 1.022 II Do Cpc)
Case Brief
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Parties
OLGA BORDIN RAMOS
Agravante
Cenir Truppel
Procurador Da Requerida
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Agravo Conhecido E Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Alegada violação dos arts. 489, § 1º, IV e 1.022, II do CPC (omissão/falta de fundamentação)
- 2 Admissibilidade do recurso especial
- 3 Responsabilidade pela inexecução contratual em razão da consolidação da propriedade por usucapião
Ratio Decidendi
O tribunal afastou a alegada ofensa aos arts. 489, § 1º, IV, e 1.022, II, do CPC, por entender que o acórdão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina examinou e fundamentou de forma clara e suficiente as questões essenciais; no mérito, concluiu-se que a consolidação da propriedade por usucapião somente ocorreu em 18.05.2018, impedindo a obtenção do financiamento na data contratada (05.05.2015) e atribuindo a culpa à vendedora, razão pela qual a rescisão contratual, a aplicação da cláusula penal, a indenização pela fruição do imóvel e a reintegração de posse não se justificam; em consequência, negou-se provimento ao agravo e majoraram-se os honorários em 10% nos termos do art. 85, § 11, do...
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Majoro, em 10% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, os honorários advocatícios em desfavor da parte ora recorrente, nos termos do § 11 do art. 85 do CPC.
Full Case Text
Judgment text and source record
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