AREsp 3058849 - DECISAO

AREsp 3058849 - DECISAO

O agravo foi negado porque o Tribunal de origem comprovou o inadimplemento das parcelas de fevereiro, março e abril de 2023 e a existência de cláusula resolutiva expressa, razão pela qual a rescisão contratual e a reintegração de posse foram mantidas; a quitação posterior das parcelas foi realizada pelo recorrido e não afasta a mora nem autoriza aplicação da teoria do adimplemento substancial diante do inadimplemento reiterado; a indenização por fruição do imóvel é cabível mesmo sem pedido expresso, conforme jurisprudência do STJ; alegações de omissão não foram suficientemente especificadas (Súmula 284/STF) e a revisão de fatos e provas é vedada em recurso especial (Súmulas 5 e 7/STJ).

Parties
Agravante: JUDSON RODRIGUES SANTOS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
29 October 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Agravo Não Provido
Legal Topics
Rescisão Contratual, Reintegração De Posse, Indenização Por Fruição Do Imóvel, Inadimplemento Contratual, Adimplemento Substancial, Honorários Sucumbenciais

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Parties

JUDSON RODRIGUES SANTOS

Agravante

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Agravo Não Provido

  1. 1 Existência de fundamento para rescisão contratual por inadimplemento de parcelas consecutivas
  2. 2 Aplicabilidade da teoria do adimplemento substancial diante da quitação parcial posterior
  3. 3 Cabimento de indenização por fruição do imóvel sem pedido expresso

Ratio Decidendi

O agravo foi negado porque o Tribunal de origem comprovou o inadimplemento das parcelas de fevereiro, março e abril de 2023 e a existência de cláusula resolutiva expressa, razão pela qual a rescisão contratual e a reintegração de posse foram mantidas; a quitação posterior das parcelas foi realizada pelo recorrido e não afasta a mora nem autoriza aplicação da teoria do adimplemento substancial diante do inadimplemento reiterado; a indenização por fruição do imóvel é cabível mesmo sem pedido expresso, conforme jurisprudência do STJ; alegações de omissão não foram suficientemente especificadas (Súmula 284/STF) e a revisão de fatos e provas é vedada em recurso especial (Súmulas 5 e 7/STJ).