REsp 2136998 - DECISAO
Por tratar-se de resolução do contrato em razão do inadimplemento das vendedoras por vícios construtivos, o Tribunal aplicou a jurisprudência do STJ no sentido de que a Lei n. 9.514/1997 (arts. 26 e 27) não se aplica à hipótese, cabendo a devolução das parcelas pagas pelo adquirente, e que a pretensão de restituição da comissão de corretagem prescreve em dez anos; em consequência, negou provimento ao recurso da instituição financeira e majorou honorários advocatícios nos termos do art. 85, §11, do CPC.
- Parties
- Recorrente (instituição Financeira): Banco do Brasil; Apelante (vendedora): NS Empreendimentos; Apelante (vendedora/empresa Controladora): Grupo Rezek; Apelante (vendedora): NS Construtora; Apelado (adquirente): Jônathas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial (art. 105, Iii, a E C, Cf) / Decisão De Mérito Pelo Superior Tribunal De Justiça (nega Provimento Ao Recurso)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Rescisão Contratual, Alienação Fiduciária, Financiamento Bancário, Vício De Construção, Restituição De Parcelas, Prescrição, Comissão De Corretagem, Súmulas Do STJ
Case Brief
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Parties
Banco do Brasil
Recorrente (instituição Financeira)
NS Empreendimentos
Apelante (vendedora)
Grupo Rezek
Apelante (vendedora/empresa Controladora)
NS Construtora
Apelante (vendedora)
Jônathas
Apelado (adquirente)
Procedural Posture
Recurso Especial (art. 105, Iii, a E C, Cf) / Decisão De Mérito Pelo Superior Tribunal De Justiça (nega Provimento Ao Recurso)
Legal Issues
- 1 Aplicabilidade da Lei n. 9.514/1997 em caso de inadimplemento do vendedor
- 2 Prazo prescricional aplicável à restituição da comissão de corretagem
- 3 Responsabilidade e devolução integral das parcelas pagas pelo adquirente quando a rescisão decorre de culpa exclusiva do vendedor
Ratio Decidendi
Por tratar-se de resolução do contrato em razão do inadimplemento das vendedoras por vícios construtivos, o Tribunal aplicou a jurisprudência do STJ no sentido de que a Lei n. 9.514/1997 (arts. 26 e 27) não se aplica à hipótese, cabendo a devolução das parcelas pagas pelo adquirente, e que a pretensão de restituição da comissão de corretagem prescreve em dez anos; em consequência, negou provimento ao recurso da instituição financeira e majorou honorários advocatícios nos termos do art. 85, §11, do CPC.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso especial
Orders
- Nego provimento ao recurso especial
- Majoro os honorários advocatícios em 20% (nos termos do art. 85, §11, do CPC)
Full Case Text
Judgment text and source record
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