REsp 2134481 - ACORDAO
Mantida a orientação jurisprudencial do STJ de que a taxa de fruição é indevida após o desfazimento de promessa de compra e venda de lote não edificado, inclusive quando houver posterior edificação pelo promitente-comprador, porque a resolução não gera enriquecimento sem causa do comprador nem empobrecimento do vendedor.
- Parties
- Agravante: ESPÓLIO DE MARIA AMÉLIA DO AMARAL FARIA; Agravado: Daniel Cirilo da Silva
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 November 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento (acórdão) Em Sessão Virtual De 29/10/2024 a 04/11/2024
- Outcome
- Agravo interno improvido; negado provimento ao agravo interno e mantida a decisão agravada.
- Legal Topics
- Rescisão De Promessa De Compra E Venda, Taxa De Fruição, Inadimplemento, Lote Não Edificado, Honorários De Sucumbência, Gratuidade Da Justiça
Case Brief
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Parties
ESPÓLIO DE MARIA AMÉLIA DO AMARAL FARIA
Agravante
Daniel Cirilo da Silva
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento (acórdão) Em Sessão Virtual De 29/10/2024 a 04/11/2024
Legal Issues
- 1 É devida a taxa de fruição após o desfazimento de promessa de compra e venda de lote não edificado?
- 2 A superveniência de edificação pelo promitente-comprador altera a obrigatoriedade do pagamento da taxa de fruição?
- 3 Deve ser conhecida pedido para não suspender a exigibilidade dos honorários de sucumbência apesar da concessão da justiça gratuita?
Ratio Decidendi
Mantida a orientação jurisprudencial do STJ de que a taxa de fruição é indevida após o desfazimento de promessa de compra e venda de lote não edificado, inclusive quando houver posterior edificação pelo promitente-comprador, porque a resolução não gera enriquecimento sem causa do comprador nem empobrecimento do vendedor.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negado provimento ao agravo interno e mantida a decisão agravada.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Manter a decisão agravada que deu provimento ao recurso especial e afastou a condenação ao pagamento da taxa de fruição.
Full Case Text
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