AREsp 1724455 - DECISAO
O Tribunal de origem analisou fundamentadamente as questões principais, não havendo omissão nos termos do art. 1.022, II, CPC; o art. 397 do Código Civil não foi objeto de decisão no acórdão recorrido, impedindo apreciação no recurso especial por ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ); no mérito, o acórdão a quo concluiu pela ilegalidade da rescisão unilateral do contrato de plano de saúde porque a notificação prévia foi dirigida a endereço diverso daquele constante do contrato, tornando ineficaz a notificação e justificando o restabelecimento dos serviços, razão que o STJ manteve ao negar provimento ao agravo.
- Parties
- Ré/apelante: PAME - Associação de Assistência Plena em Saúde; 1ª Ré: CAMB - Caixa de Assistência Médica e Benefícios da Polícia Civil do DF; Autor/apelado: apelado
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Rescisão Unilateral De Contrato De Plano De Saúde, Notificação Prévia Por Inadimplência, Prequestionamento Para Recurso Especial, Honorários Advocatícios, Reexame De Provas (súmula 7)
Case Brief
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Parties
PAME - Associação de Assistência Plena em Saúde
Ré/apelante
CAMB - Caixa de Assistência Médica e Benefícios da Polícia Civil do DF
1ª Ré
apelado
Autor/apelado
Procedural Posture
Agravo / Decisão
Legal Issues
- 1 alegação de omissão quanto ao art. 1.022, II, CPC/2015
- 2 prequestionamento ausente do art. 397 do Código Civil
- 3 ilegalidade da rescisão unilateral do plano de saúde por ausência de notificação válida
Ratio Decidendi
O Tribunal de origem analisou fundamentadamente as questões principais, não havendo omissão nos termos do art. 1.022, II, CPC; o art. 397 do Código Civil não foi objeto de decisão no acórdão recorrido, impedindo apreciação no recurso especial por ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ); no mérito, o acórdão a quo concluiu pela ilegalidade da rescisão unilateral do contrato de plano de saúde porque a notificação prévia foi dirigida a endereço diverso daquele constante do contrato, tornando ineficaz a notificação e justificando o restabelecimento dos serviços, razão que o STJ manteve ao negar provimento ao agravo.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Majoro em 10% a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte recorrida, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/15.
Full Case Text
Judgment text and source record
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