AREsp 1849444 - DECISAO

AREsp 1849444 - DECISAO

Reconsiderada a decisão monocrática quanto à tempestividade em razão da prova de suspensão do prazo, o mérito do agravo foi conhecido e negado provimento. Quanto ao quantum dos danos morais, o Tribunal de origem aplicou critérios de proporcionalidade e razoabilidade e o valor fixado (R$ 80.000,00 para filhos e R$ 100.000,00 para a esposa) não é irrisório nem exorbitante, de modo que a Súmula 7/STJ impede o reexame fático-probatório. Quanto ao pedido de ressarcimento das passagens em nome de terceiros, não houve enfrentamento específico pelo Tribunal a quo, faltando prequestionamento, de modo que incide a Súmula 211/STJ e impede-se o conhecimento da matéria na instância especial.

Parties
Agravante: BRASILINA LEANDRA PONTES OLIVEIRA e OUTROS; Ré/agravado: Empresa de Transportes de Passageiros Mediterrâneo Ltda; Vítima (de Cujus): Anaildo Alves Oliveira
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
24 August 2021
Procedural Posture
Agravo Interno (contra Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial) / Decisão Final: Presidência Reconsiderou E O Colegiado Negou Provimento Ao Agravo Interno
Outcome
Agravo interno conhecido e negado provimento; decisão monocrática reconsiderada
Legal Topics
Responsabilidade Civil, Dano Moral, Pensão, DPVAT, Juros De Mora, Correção Monetária, Prequestionamento, Súmula 7, Súmula 211

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 7 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 3
Sign in to unlock

Parties

BRASILINA LEANDRA PONTES OLIVEIRA e OUTROS

Agravante

Empresa de Transportes de Passageiros Mediterrâneo Ltda

Ré/agravado

Anaildo Alves Oliveira

Vítima (de Cujus)

Procedural Posture

Agravo Interno (contra Decisão Que Não Conheceu Do Recurso Especial) / Decisão Final: Presidência Reconsiderou E O Colegiado Negou Provimento Ao Agravo Interno

  1. 1 tempestividade do recurso e suspensão do prazo
  2. 2 quantificação do dano moral e aplicação da Súmula 7/STJ
  3. 3 dedução do DPVAT da indenização

Ratio Decidendi

Reconsiderada a decisão monocrática quanto à tempestividade em razão da prova de suspensão do prazo, o mérito do agravo foi conhecido e negado provimento. Quanto ao quantum dos danos morais, o Tribunal de origem aplicou critérios de proporcionalidade e razoabilidade e o valor fixado (R$ 80.000,00 para filhos e R$ 100.000,00 para a esposa) não é irrisório nem exorbitante, de modo que a Súmula 7/STJ impede o reexame fático-probatório. Quanto ao pedido de ressarcimento das passagens em nome de terceiros, não houve enfrentamento específico pelo Tribunal a quo, faltando prequestionamento, de modo que incide a Súmula 211/STJ e impede-se o conhecimento da matéria na instância especial.

Court Disposition

Agravo interno conhecido e negado provimento; decisão monocrática reconsiderada

Orders

  • Reconsiderar decisão monocrática de fls. 1.312-1.313 e conhecer do agravo interno
  • Negar provimento ao agravo interno