AREsp 2614250 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque as razões recursais indicaram genericamente dispositivos supostamente violados, sem demonstrar de que modo foram ofendidos (falta de prequestionamento), e porque a Corte de origem concluiu, com base no conjunto probatório, que a agressão foi fortuita externa, inexistindo nexo de causalidade; modificar tal conclusão demandaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Autor: autor; Ré: CPTM
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (art. 1.042, Cpc/2015) / Decisão Sobre Inadmissão De Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil, Fortuito Externo, Nexo De Causalidade, Admissibilidade De Recurso Especial, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios, Gratuidade Da Justiça
Case Brief
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Parties
autor
Autor
CPTM
Ré
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (art. 1.042, Cpc/2015) / Decisão Sobre Inadmissão De Recurso Especial
Legal Issues
- 1 prequestionamento de dispositivos legais para conhecimento do recurso especial
- 2 se a agressão no interior da estação configura fortuito externo que afasta o nexo de causalidade e a responsabilidade do transportador
- 3 aplicação da Súmula 7/STJ quanto à vedação de reexame de provas e fatos
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque as razões recursais indicaram genericamente dispositivos supostamente violados, sem demonstrar de que modo foram ofendidos (falta de prequestionamento), e porque a Corte de origem concluiu, com base no conjunto probatório, que a agressão foi fortuita externa, inexistindo nexo de causalidade; modificar tal conclusão demandaria reexame de fatos e provas vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Majorar os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015, observando os limites dos §§ 2º e 3º do referido dispositivo.
- Aplicar o previsto no art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC/2015 em razão da gratuidade da justiça concedida à parte recorrente.
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