AREsp 2938611 - DECISAO
Conheceu-se do agravo; entendeu-se que não houve ofensa ao art. 489 do CPC porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente sua decisão; a prova documental presente nos autos foi suficiente, de modo que o indeferimento da prova testemunhal não configurou cerceamento de defesa; não se comprovou nexo de causalidade entre a fraude e atuação da instituição financeira, havendo culpa exclusiva da vítima ao fornecer sua documentação e selfie a terceira, de modo que a responsabilidade objetiva do banco foi afastada nos termos do art. 14, §3º, II do CDC; a revisão dessas conclusões demandaria reexame do conjunto fático-probatório, o que é impedido pela Súmula 7/STJ; portanto o recurso...
- Parties
- Agravante/recorrente: RENAZILDA VIEIRA; Recorrida: instituição financeira recorrida
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 August 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial (decisão Colegiada)
- Outcome
- Agravo conhecido. Recurso especial conhecido em parte e improvido.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil, Fraude, Cerceamento De Defesa, Prova Testemunhal, Súmula 7/stj, Recurso Especial, Dever De Indenizar, Hipervulnerabilidade, Contratação Eletrônica
Case Brief
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Parties
RENAZILDA VIEIRA
Agravante/recorrente
instituição financeira recorrida
Recorrida
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial (decisão Colegiada)
Legal Issues
- 1 ofensa ao art. 489 do CPC (fundamentação)
- 2 cerceamento de defesa pelo indeferimento de prova testemunhal
- 3 responsabilidade civil da instituição financeira por fraude praticada por terceiro
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo; entendeu-se que não houve ofensa ao art. 489 do CPC porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente sua decisão; a prova documental presente nos autos foi suficiente, de modo que o indeferimento da prova testemunhal não configurou cerceamento de defesa; não se comprovou nexo de causalidade entre a fraude e atuação da instituição financeira, havendo culpa exclusiva da vítima ao fornecer sua documentação e selfie a terceira, de modo que a responsabilidade objetiva do banco foi afastada nos termos do art. 14, §3º, II do CDC; a revisão dessas conclusões demandaria reexame do conjunto fático-probatório, o que é impedido pela Súmula 7/STJ; portanto o recurso...
Court Disposition
Agravo conhecido. Recurso especial conhecido em parte e improvido.
Orders
- Deixo de majorar os honorários visto que já foram fixados na origem no patamar máximo de 20% (fls. 166 e 212).
- Publique-se.
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