REsp 1921755 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento: não se reconheceu omissão quanto à base de cálculo dos honorários porque a matéria não foi efetivamente impugnada no recurso de apelação (falta de prequestionamento); manteve-se a jurisprudência de que a União não figura como parte legítima em demandas por erro médico em estabelecimento credenciado ao SUS, por força da descentralização prevista na Lei n. 8.080/1990; acolheu-se a conclusão do tribunal de origem quanto à inexistência de dano estético diante das provas e à razoabilidade do quantum de R$30.000,00 por danos morais, sendo vedado o reexame de provas em sede de recurso especial (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Recorrente: JORGE JULIO PEREIRA SOBRINHO; Recorrido: Município de Icaraíma/PR; Recorrido: União; Recorrido: Estado do Paraná
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 April 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática Conheço Em Parte E Nego Provimento
- Outcome
- Conheço em parte do Recurso Especial e nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil, Dano Estético, Danos Morais, Honorários Advocatícios, Legitimidade Passiva Da União, Prequestionamento, Súmulas E Jurisprudência Dominante
Case Brief
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Parties
JORGE JULIO PEREIRA SOBRINHO
Recorrente
Município de Icaraíma/PR
Recorrido
União
Recorrido
Estado do Paraná
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática Conheço Em Parte E Nego Provimento
Legal Issues
- 1 omissão alegada quanto à base de cálculo dos honorários advocatícios (art. 1.022 CPC)
- 2 responsabilidade solidária da União, Estado e Município por erro médico em hospital credenciado ao SUS
- 3 reconhecimento de dano estético
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento: não se reconheceu omissão quanto à base de cálculo dos honorários porque a matéria não foi efetivamente impugnada no recurso de apelação (falta de prequestionamento); manteve-se a jurisprudência de que a União não figura como parte legítima em demandas por erro médico em estabelecimento credenciado ao SUS, por força da descentralização prevista na Lei n. 8.080/1990; acolheu-se a conclusão do tribunal de origem quanto à inexistência de dano estético diante das provas e à razoabilidade do quantum de R$30.000,00 por danos morais, sendo vedado o reexame de provas em sede de recurso especial (Súmula 7/STJ).
Court Disposition
Conheço em parte do Recurso Especial e nego-lhe provimento.
Orders
- Conheço em parte do Recurso Especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Majoração dos honorários anteriormente fixados em 10% (quando aplicável) e suspensão de sua exigibilidade nos termos do art. 98, §3º, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
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