AREsp 1861530 - DECISAO
O agravo foi negado provimento porque as alegadas violações exigiriam reexame do acervo fático-probatório (vedado pela Súmula 7/STJ) e porque o Tribunal de origem fundamentou que a ré não se desincumbiu do ônus de provar o pagamento equivocado (art. 373, II, CPC), além de considerar o quantum de R$ 10.000,00 compatível com a jurisprudência.
- Parties
- Agravante: Energisa Mato Grosso do Sul - Distribuidora de Energia S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 14 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil, Danos Morais, Ônus Da Prova, Quantum Indenizatório, Súmula 7/stj, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
Energisa Mato Grosso do Sul - Distribuidora de Energia S/A
Agravante
Procedural Posture
Agravo / Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Admissibilidade de recurso especial
- 2 Dever de indenizar por corte indevido de energia
- 3 Incidência do ônus da prova (art. 373, II, CPC)
Ratio Decidendi
O agravo foi negado provimento porque as alegadas violações exigiriam reexame do acervo fático-probatório (vedado pela Súmula 7/STJ) e porque o Tribunal de origem fundamentou que a ré não se desincumbiu do ônus de provar o pagamento equivocado (art. 373, II, CPC), além de considerar o quantum de R$ 10.000,00 compatível com a jurisprudência.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Imposição à parte recorrente do pagamento de honorários advocatícios equivalentes a 20% (vinte por cento) do valor a esse título já fixado no processo (art. 85, § 11, do CPC).
Full Case Text
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