AREsp 2561042 - DECISAO
O Tribunal estadual concluiu, com base no acervo fático-probatório, que o condomínio agiu dentro da legalidade ao interromper o fornecimento de água em razão do inadimplemento, com previsão no regimento interno e deliberação assemblear, e que houve comunicação prévia (docs. fls. 102-104); assim, configurou-se exercício regular de direito (art. 188, I, CC), não havendo ato ilícito nem dano moral comprovado. O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do recurso especial porque a pretensão demandaria reexame de fatos (Súmula 7/STJ) e porque não se demonstrou dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico entre acórdãos.
- Parties
- Recorrente; Autora: SOCORRO PEREIRA DA SILVA; Recorrido; Réu: CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MORADA DOS PÁSSAROS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão: Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- conheço do agravo para não conhecer do recurso especial
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil, Indenização Por Danos Morais, Exercício Regular De Direito, Interrupção Do Fornecimento De Água, Notificação Prévia, Súmula 7/stj, Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
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Parties
SOCORRO PEREIRA DA SILVA
Recorrente; Autora
CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MORADA DOS PÁSSAROS
Recorrido; Réu
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão: Conheço Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se o corte de fornecimento de água pelo condomínio, sem prévia notificação extrajudicial, configura ato ilícito
- 2 Aplicabilidade do art. 40, V, da Lei n. 11.445/2007 ao caso de condomínio
- 3 Existência de comunicação prévia acerca da interrupção do fornecimento
Ratio Decidendi
O Tribunal estadual concluiu, com base no acervo fático-probatório, que o condomínio agiu dentro da legalidade ao interromper o fornecimento de água em razão do inadimplemento, com previsão no regimento interno e deliberação assemblear, e que houve comunicação prévia (docs. fls. 102-104); assim, configurou-se exercício regular de direito (art. 188, I, CC), não havendo ato ilícito nem dano moral comprovado. O Superior Tribunal de Justiça não conheceu do recurso especial porque a pretensão demandaria reexame de fatos (Súmula 7/STJ) e porque não se demonstrou dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico entre acórdãos.
Court Disposition
conheço do agravo para não conhecer do recurso especial
Orders
- Publique-se.
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