AREsp 1837358 - DECISAO
O agravo foi conhecido para exame do recurso especial, mas este não foi conhecido porque a decisão recorrida apresentou fundamentação suficiente ao analisar a matéria controvertida; questões atinentes ao processo penal e à regularidade da prisão provisória não foram prequestionadas ou dependem de reexame probatório vedado pela Súmula 7/STJ; o mandado de prisão juntado pelo autor goza de presunção de legalidade e, não havendo impugnação específica em face da União, a narrativa autoral foi infirmada; além disso, a responsabilização estatal por prisão provisória exige prova de conduta dolosa ou culposa de magistrado, o que não restou demonstrado; por tais motivos, não se conhece do recurso...
- Parties
- Autor/recorrente: João da Cruz Velloso; Réu/recorrida: União
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 June 2021
- Procedural Posture
- Ação De Indenização Por Danos Morais; Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial (art. 253, Parágrafo Único, Ii, A, Do Ristj)
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil Do Estado, Erro Judiciário, Prisão Temporária, Indenização Por Dano Moral, Fundamentação Judicial, Súmulas De Competência E Admissibilidade
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
João da Cruz Velloso
Autor/recorrente
União
Réu/recorrida
Procedural Posture
Ação De Indenização Por Danos Morais; Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial (art. 253, Parágrafo Único, Ii, A, Do Ristj)
Legal Issues
- 1 Existência de erro judiciário como fundamento para indenização
- 2 Natureza da responsabilização estatal por prisão provisória (subjetiva vs objetiva)
- 3 Valoração probatória de documentos públicos e ausência de impugnação específica
Ratio Decidendi
O agravo foi conhecido para exame do recurso especial, mas este não foi conhecido porque a decisão recorrida apresentou fundamentação suficiente ao analisar a matéria controvertida; questões atinentes ao processo penal e à regularidade da prisão provisória não foram prequestionadas ou dependem de reexame probatório vedado pela Súmula 7/STJ; o mandado de prisão juntado pelo autor goza de presunção de legalidade e, não havendo impugnação específica em face da União, a narrativa autoral foi infirmada; além disso, a responsabilização estatal por prisão provisória exige prova de conduta dolosa ou culposa de magistrado, o que não restou demonstrado; por tais motivos, não se conhece do recurso...
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment