AREsp 2447902 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou de forma suficiente a decisão histórico-fática: concluiu-se pela responsabilidade civil objetiva da concessionária pelo descarrilamento, com fundamento na cláusula de incolumidade e na prova testemunhal de que a autora era passageira e sofreu danos; verificou-se que houve fortuito interno não apto a excluir a responsabilidade, que não houve comprovação do aborto pós-traumático e que o valor de R$30.000,00 foi fixado conforme ponderação bifásica adequada, sendo inviável o reexame de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Agravante: SUPERVIA CONCESSIONÁRIA DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO S/A - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL; Agravada: ELOA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Negação De Provimento Ao Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil Objetiva, Dano Moral, Cláusula De Incolumidade, Fortuito Interno, Reexame De Fatos E Provas (súmula 7/stj), Indenização, Sucumbência Recursal
Case Brief
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Parties
SUPERVIA CONCESSIONÁRIA DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO S/A - EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Agravante
ELOA
Agravada
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Negação De Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 alegada omissão quanto ao art. 1.022 do CPC/15
- 2 aplicabilidade da responsabilidade objetiva do prestador de serviço (art. 14 do CDC; art. 37, §6º, CRFB)
- 3 se o fortuito interno ou culpa de terceiro elidem a responsabilidade do transportador
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou de forma suficiente a decisão histórico-fática: concluiu-se pela responsabilidade civil objetiva da concessionária pelo descarrilamento, com fundamento na cláusula de incolumidade e na prova testemunhal de que a autora era passageira e sofreu danos; verificou-se que houve fortuito interno não apto a excluir a responsabilidade, que não houve comprovação do aborto pós-traumático e que o valor de R$30.000,00 foi fixado conforme ponderação bifásica adequada, sendo inviável o reexame de matéria fático-probatória em recurso especial (Súmula 7/STJ).
Court Disposition
Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
- Publique-se.
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