AREsp 2672734 - DECISAO
O agravo não merece provimento porque a tese de responsabilidade subjetiva não foi objeto de enfrentamento pelo Tribunal de origem (falta de prequestionamento) e porque a modificação do entendimento do acórdão recorrido exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório, hipótese vedada em recurso especial pela Súmula 7/STJ; assim, conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial, mantendo-se a responsabilidade objetiva reconhecida pelo Tribunal de origem e determinando-se liquidação por arbitramento para os danos materiais.
- Parties
- Recorrente/agravante: EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.; Recorrido/autor: MANOEL ROCHA SANTOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042, Cpc/15) Em Face De Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Para Destrancar/rejeitar Processamento Do Recurso Especial
- Outcome
- Agravo conhecido e não provido; recurso especial não admitido.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil Objetiva, Prestação De Serviço Público De Energia Elétrica, Dano Material, Dano Moral, Ônus Da Prova, Liquidação Por Arbitramento, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Motivação Per Relationem
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
EQUATORIAL ALAGOAS DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A.
Recorrente/agravante
MANOEL ROCHA SANTOS
Recorrido/autor
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042, Cpc/15) Em Face De Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Para Destrancar/rejeitar Processamento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 incidência da responsabilidade objetiva da concessionária de energia elétrica (CDC art. 14) por incêndio causado por queda de condutor
- 2 se aplicava responsabilidade subjetiva e ônus da prova cabia ao autor
- 3 se houve prequestionamento da tese suscitada no recurso especial
Ratio Decidendi
O agravo não merece provimento porque a tese de responsabilidade subjetiva não foi objeto de enfrentamento pelo Tribunal de origem (falta de prequestionamento) e porque a modificação do entendimento do acórdão recorrido exigiria revolvimento do conjunto fático-probatório, hipótese vedada em recurso especial pela Súmula 7/STJ; assim, conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial, mantendo-se a responsabilidade objetiva reconhecida pelo Tribunal de origem e determinando-se liquidação por arbitramento para os danos materiais.
Court Disposition
Agravo conhecido e não provido; recurso especial não admitido.
Orders
- Negar provimento ao recurso especial.
- Majoram-se os honorários advocatícios em 10% (dez por cento) sobre o valor já fixado na origem, nos termos do art. 85, §11, do CPC.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment