REsp 2157917 - DECISAO
O Tribunal conheceu em parte do recurso especial e, na parte conhecida, negou-lhe provimento, por entender que o Tribunal de origem corretamente aplicou o regime consumerista e a responsabilidade objetiva à concessionária; concluiu que os danos morais reconhecidos não se encontram cobertos pelo seguro DPVAT, de modo que não cabe dedução; e que as alegações recursais demandariam reexame do conjunto fático-probatório ou estavam insuficientemente fundamentadas, incorrendo em óbices das Súmulas 7/STJ e 284/STF, razão pela qual a decisão do TJCE foi mantida, inclusive quanto ao montante arbitrado e às demais cominações processuais, determinando-se ainda o pagamento de honorários recursais de...
- Parties
- Autora: CLAUDETE FELICIANO DA SILVA; Recorrente: VIAÇÃO URBANA LTDA.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 October 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (ação De Indenização Por Danos Materiais E Morais) / Julgamento Do Recurso Especial No Superior Tribunal De Justiça; Recurso Conhecido Em Parte E, Na Parte Conhecida, Negado Provimento
- Outcome
- Recurso especial conhecido em parte e, na parte conhecida, negado provimento.
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil Objetiva, Danos Morais, Seguro DPVAT, Reexame Do Conjunto Fático Probatório (súmula 7/stj), Correção Monetária E Juros De Mora, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
CLAUDETE FELICIANO DA SILVA
Autora
VIAÇÃO URBANA LTDA.
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial (ação De Indenização Por Danos Materiais E Morais) / Julgamento Do Recurso Especial No Superior Tribunal De Justiça; Recurso Conhecido Em Parte E, Na Parte Conhecida, Negado Provimento
Legal Issues
- 1 cabimento de indenização por acidente em veículo de transporte coletivo
- 2 aplicação da responsabilidade objetiva da concessionária/fornecedora
- 3 possibilidade de dedução do seguro DPVAT do valor da indenização por danos morais
Ratio Decidendi
O Tribunal conheceu em parte do recurso especial e, na parte conhecida, negou-lhe provimento, por entender que o Tribunal de origem corretamente aplicou o regime consumerista e a responsabilidade objetiva à concessionária; concluiu que os danos morais reconhecidos não se encontram cobertos pelo seguro DPVAT, de modo que não cabe dedução; e que as alegações recursais demandariam reexame do conjunto fático-probatório ou estavam insuficientemente fundamentadas, incorrendo em óbices das Súmulas 7/STJ e 284/STF, razão pela qual a decisão do TJCE foi mantida, inclusive quanto ao montante arbitrado e às demais cominações processuais, determinando-se ainda o pagamento de honorários recursais de...
Court Disposition
Recurso especial conhecido em parte e, na parte conhecida, negado provimento.
Orders
- Manter a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará que julgou parcialmente procedentes os pedidos e reduziu a indenização por danos morais.
- Condenar a parte recorrente ao pagamento de honorários advocatícios equivalentes a 10% do valor a esse título já fixado no processo, nos termos do art. 85, § 11, do CPC.
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