AREsp 2788060 - DECISAO
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem corretamente reconheceu a legitimidade passiva e a responsabilidade objetiva do Município de Aparecida de Goiânia pela degradação ambiental em virtude de omissão no dever de fiscalização e de planejamento urbano, sendo desnecessário o chamamento obrigatório dos particulares; a fixação de multa diária foi considerada legítima e proporcional como instrumento coercitivo (art. 139, IV, CPC); por fim, não se conhecem pontos que exigiriam reexame de provas (Súmula 7/STJ) e parte das questões invocadas não foi regularmente prequestionada (art. 1.025 e 1.022 do CPC), impedindo o conhecimento do recurso especial sobre esses pontos.
- Parties
- Agravante: Município de Aparecida de Goiânia; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás; Fiscal Da Lei: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo No Superior Tribunal De Justiça (nego Provimento Ao Agravo)
- Outcome
- nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Responsabilidade Civil Objetiva, Ação Civil Pública, Legitimidade Passiva, Multas Cominatórias (astreinte), Prequestionamento (art. 1.022 E 1.025 Do Cpc), Súmula 7/stj, Súmula 83/stj
Case Brief
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Parties
Município de Aparecida de Goiânia
Agravante
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Fiscal Da Lei
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo No Superior Tribunal De Justiça (nego Provimento Ao Agravo)
Legal Issues
- 1 ilegitimidade passiva do Município de Aparecida de Goiânia
- 2 responsabilidade solidária vs subsidiária do ente público
- 3 necessidade de chamamento de particulares ao polo passivo
Ratio Decidendi
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem corretamente reconheceu a legitimidade passiva e a responsabilidade objetiva do Município de Aparecida de Goiânia pela degradação ambiental em virtude de omissão no dever de fiscalização e de planejamento urbano, sendo desnecessário o chamamento obrigatório dos particulares; a fixação de multa diária foi considerada legítima e proporcional como instrumento coercitivo (art. 139, IV, CPC); por fim, não se conhecem pontos que exigiriam reexame de provas (Súmula 7/STJ) e parte das questões invocadas não foi regularmente prequestionada (art. 1.025 e 1.022 do CPC), impedindo o conhecimento do recurso especial sobre esses pontos.
Court Disposition
nego provimento ao agravo
Orders
- Nego provimento ao agravo interposto pelo Município de Aparecida de Goiânia.
- Publique-se.
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