AREsp 2443250 - DECISAO
O agravo em recurso especial foi negado porque a matéria discutida no recurso especial demandaria reexame do contexto fático-probatório, o que é vedado nas instâncias especiais pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem analisou as supostas omissões e, com base nas provas, concluiu pela responsabilização do estipulante em razão do seu comportamento (não notificação sobre inadimplência e criação de expectativa de responsabilidade), hipótese em que a jurisprudência do STJ admite a responsabilização do estipulante, razão pela qual o agravo não preenche os requisitos de admissibilidade e não merece provimento.
- Parties
- Agravante: FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - SECCIONAL DE MINAS GERAIS; Ré: OABPrev-MG; Seguradora: Mongeral Aegon S.A.; Beneficiárias: beneficiárias
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 April 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial Negado Provimento
- Legal Topics
- Responsabilidade Do Estipulante, Indenização Securitária, Pecúlio Por Morte, Admissibilidade Do Recurso Especial, Súmulas 5, 7 E 83 Do STJ, Teoria Da Aparência
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - SECCIONAL DE MINAS GERAIS
Agravante
OABPrev-MG
Ré
Mongeral Aegon S.A.
Seguradora
beneficiárias
Beneficiárias
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo Em Recurso Especial Negado Provimento
Legal Issues
- 1 admissibilidade do agravo em recurso especial
- 2 se o estipulante pode ser responsabilizado pelo pagamento do pecúlio por morte
- 3 aplicação das Súmulas n. 5 e 7 do STJ quanto à vedação de reexame fático-probatório
Ratio Decidendi
O agravo em recurso especial foi negado porque a matéria discutida no recurso especial demandaria reexame do contexto fático-probatório, o que é vedado nas instâncias especiais pelas Súmulas n. 5 e 7 do STJ; ademais, o Tribunal de origem analisou as supostas omissões e, com base nas provas, concluiu pela responsabilização do estipulante em razão do seu comportamento (não notificação sobre inadimplência e criação de expectativa de responsabilidade), hipótese em que a jurisprudência do STJ admite a responsabilização do estipulante, razão pela qual o agravo não preenche os requisitos de admissibilidade e não merece provimento.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment