AREsp 2686783 - ACORDAO
Mantido o entendimento da instância ordinária de que a responsabilidade objetiva da instituição financeira foi afastada em razão da culpa exclusiva do consumidor, que autorizou o acesso indevido à conta e rompeu o nexo causal; a alteração desse entendimento demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula n. 7 do STJ.
- Parties
- Agravante: MURILO VIEIRA KOMNISK; Agravado: Banco do Brasil
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 August 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Julgamento
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Responsabilidade Objetiva Das Instituições Financeiras, Fraude Bancária, Culpa Exclusiva Do Consumidor, Reexame De Provas (súmula 7 Do Stj)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
MURILO VIEIRA KOMNISK
Agravante
Banco do Brasil
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno / Julgamento
Legal Issues
- 1 Se a responsabilidade objetiva da instituição financeira pode ser afastada pela demonstração de culpa exclusiva do consumidor em fraudes bancárias
- 2 Se é possível o reexame do acervo fático-probatório em recurso especial (incidência da Súmula 7 do STJ)
Ratio Decidendi
Mantido o entendimento da instância ordinária de que a responsabilidade objetiva da instituição financeira foi afastada em razão da culpa exclusiva do consumidor, que autorizou o acesso indevido à conta e rompeu o nexo causal; a alteração desse entendimento demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula n. 7 do STJ.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negado provimento ao agravo interno.
Full Case Text
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