AREsp 2668318 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou suficientemente suas conclusões: reconheceu-se fraude (com o banco admitindo ter sido vítima de fraude), aplicou-se responsabilidade objetiva do banco nos termos do art. 14 do CDC e da jurisprudência do STJ (Tema 466/Súmula 479), o banco não comprovou fato impeditivo relativo aos saques a partir de setembro/2016, a compensação foi afastada em razão da liquidação do primeiro saque e a revisão de fatos e provas é vedada pela Súmula 7 do STJ; não se caracterizou litigância de má-fé nem cabia aplicação da multa do art. 1.021, § 4º, do CPC.
- Parties
- Agravante / Recorrente: BANCO PAN S.A.; Apelado / Recorrido: Mário Márcio Araújo Santos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo (art. 1.042, Cpc/2015) Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Julgamento De Admissibilidade Do Agravo E Exame Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Responsabilidade Objetiva De Instituições Financeiras, Fraude Bancária, Dano Moral, Compensação De Valores, Ônus Da Prova, Súmula 7/stj, Súmula 479/stj, Súmulas 283 E 284/stf, Tema 466/stj
Case Brief
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Parties
BANCO PAN S.A.
Agravante / Recorrente
Mário Márcio Araújo Santos
Apelado / Recorrido
Procedural Posture
Agravo (art. 1.042, Cpc/2015) Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Julgamento De Admissibilidade Do Agravo E Exame Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 alegada omissão do acórdão quanto à quitação do contrato (art. 1.022 II CPC/2015)
- 2 responsabilidade da instituição financeira por saques fraudulentos (responsabilidade objetiva vs. subjetiva)
- 3 possibilidade de compensação de valores após liquidação do débito
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal de origem fundamentou suficientemente suas conclusões: reconheceu-se fraude (com o banco admitindo ter sido vítima de fraude), aplicou-se responsabilidade objetiva do banco nos termos do art. 14 do CDC e da jurisprudência do STJ (Tema 466/Súmula 479), o banco não comprovou fato impeditivo relativo aos saques a partir de setembro/2016, a compensação foi afastada em razão da liquidação do primeiro saque e a revisão de fatos e provas é vedada pela Súmula 7 do STJ; não se caracterizou litigância de má-fé nem cabia aplicação da multa do art. 1.021, § 4º, do CPC.
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo
- Nego provimento ao recurso especial
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