AREsp 2824992 - DECISAO
O Tribunal local concluiu, com amparo no acervo fático-probatório, que a fraude ocorreu em razão da conduta do próprio autor ao seguir orientações de terceiros sem as cautelas mínimas, não havendo falha na prestação de serviços pela instituição financeira; assim, configurou-se culpa exclusiva do terceiro estelionatário e do autor (art. 14, § 3º, II, CDC), afastando a responsabilidade do banco, e eventual alteração desse entendimento exigiria reexame de provas vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o agravo foi conhecido para negar provimento ao recurso especial.
- Parties
- Recorrente/autor: CARLOS ALBERTO SOARES; Réu/instituição Financeira: Banco do Brasil S/A; Terceiro/titular Da Conta Receptora: Edson Ferreira dos Santos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 March 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade E Julgamento Do Agravo (conhecido Para Negar Provimento Ao Recurso Especial)
- Outcome
- conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Responsabilidade Objetiva De Instituições Financeiras, Culpa Exclusiva Do Consumidor/terceiro (art. 14, § 3º, II, Cdc), Fraude/estelionato, Reexame De Provas E Súmula 7/stj, Admissibilidade De Recurso Especial
Case Brief
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Parties
CARLOS ALBERTO SOARES
Recorrente/autor
Banco do Brasil S/A
Réu/instituição Financeira
Edson Ferreira dos Santos
Terceiro/titular Da Conta Receptora
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade E Julgamento Do Agravo (conhecido Para Negar Provimento Ao Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 violação do art. 14 do Código de Defesa do Consumidor
- 2 responsabilidade de instituição financeira por fraudes praticadas por terceiros
- 3 aplicação do art. 14, § 3º, II, do CDC (culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro)
Ratio Decidendi
O Tribunal local concluiu, com amparo no acervo fático-probatório, que a fraude ocorreu em razão da conduta do próprio autor ao seguir orientações de terceiros sem as cautelas mínimas, não havendo falha na prestação de serviços pela instituição financeira; assim, configurou-se culpa exclusiva do terceiro estelionatário e do autor (art. 14, § 3º, II, CDC), afastando a responsabilidade do banco, e eventual alteração desse entendimento exigiria reexame de provas vedado pela Súmula 7/STJ, razão pela qual o agravo foi conhecido para negar provimento ao recurso especial.
Court Disposition
conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial
Orders
- Conheço do agravo para negar provimento ao recurso especial.
- Publique-se.
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