AREsp 2555083 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o exame da alegada ilegitimidade passiva e da exclusão da responsabilidade pela conduta de terceiro demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; ademais, o acórdão estadual aplicou a responsabilidade objetiva do transportador (cláusula de incolumidade), considerou o ato de terceiro como fortuito interno incapaz de romper o nexo causal e reconheceu a solidariedade das consorciadas com fundamento no art. 28, §3º do CDC, razões que não foram demonstradas como dissidentes em comparação analítica com paradigmas para fins do art. 105, III,
- Parties
- Agravante/recorrente: AUTO VIAÇÃO TRÊS AMIGOS S. A.; Parte Mencionada/operadora Do Veículo: BRT RIO S/A; Parte Mencionada/consórcio: Consórcio BRT
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) Interposto Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão Denegatória Do Agravo; Inadmissão Do Recurso Especial E Julgamento Do Agravo Nos Próprios Autos
- Legal Topics
- Responsabilidade Objetiva Do Transportador, Fortuito Interno, Ilegitimidade Passiva, Súmula 7/stj Impossibilidade De Reexame De Provas, Indenização Por Dano Moral, Solidariedade Entre Consorciadas Em Consórcio
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
AUTO VIAÇÃO TRÊS AMIGOS S. A.
Agravante/recorrente
BRT RIO S/A
Parte Mencionada/operadora Do Veículo
Consórcio BRT
Parte Mencionada/consórcio
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) Interposto Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial / Decisão Denegatória Do Agravo; Inadmissão Do Recurso Especial E Julgamento Do Agravo Nos Próprios Autos
Legal Issues
- 1 ilegitimidade passiva
- 2 incidência do fato de terceiro na exclusão da responsabilidade do transportador
- 3 aplicabilidade da responsabilidade objetiva do transportador e da cláusula de incolumidade
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o exame da alegada ilegitimidade passiva e da exclusão da responsabilidade pela conduta de terceiro demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; ademais, o acórdão estadual aplicou a responsabilidade objetiva do transportador (cláusula de incolumidade), considerou o ato de terceiro como fortuito interno incapaz de romper o nexo causal e reconheceu a solidariedade das consorciadas com fundamento no art. 28, §3º do CDC, razões que não foram demonstradas como dissidentes em comparação analítica com paradigmas para fins do art. 105, III,
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment