AREsp 2574639 - DECISAO
O agravo foi improvido porque o Tribunal de origem apreciou adequadamente as questões, reconhecendo a responsabilidade solidária das rés com base no CDC e apreciando o conjunto probatório; as recorrentes não demonstraram dissídio jurisprudencial nem prequestionaram matéria essencial (art. 406 do CC), existindo ainda deficiência recursal por alegações genéricas, e a matéria fático-probatória não pode ser reexaminada em recurso especial (Súmula 7/STJ), justificando a inadmissibilidade do recurso especial e, por consequência, o não provimento do agravo.
- Parties
- Agravante: Caoa Montadora de Veículos Ltda.; Agravante: Hyundai Caoa do Brasil Ltda.; Ré (concessionária): Daisan Comércio de Veículos Ltda.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 December 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos Contra Inadmissão De Recurso Especial / Decisão De Inadmissão Do Recurso Especial; Agravo Interno No Superior Tribunal De Justiça
- Legal Topics
- Responsabilidade Por Vício Do Produto, Danos Morais, Danos Materiais, Ilegitimidade Passiva, Prequestionamento, Súmulas Constitucionais E Do STJ, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
Caoa Montadora de Veículos Ltda.
Agravante
Hyundai Caoa do Brasil Ltda.
Agravante
Daisan Comércio de Veículos Ltda.
Ré (concessionária)
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Inadmissão De Recurso Especial / Decisão De Inadmissão Do Recurso Especial; Agravo Interno No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 inadmissibilidade do recurso especial por incidência da Súmula n. 282/STF
- 2 ilegitimidade passiva da concessionária
- 3 responsabilidade solidária do fabricante e da concessionária (arts. 12 e 13 do CDC)
Ratio Decidendi
O agravo foi improvido porque o Tribunal de origem apreciou adequadamente as questões, reconhecendo a responsabilidade solidária das rés com base no CDC e apreciando o conjunto probatório; as recorrentes não demonstraram dissídio jurisprudencial nem prequestionaram matéria essencial (art. 406 do CC), existindo ainda deficiência recursal por alegações genéricas, e a matéria fático-probatória não pode ser reexaminada em recurso especial (Súmula 7/STJ), justificando a inadmissibilidade do recurso especial e, por consequência, o não provimento do agravo.
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