AREsp 3069425 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça concluiu que não houve negativa de prestação jurisdicional (art. 1.022 CPC) porque o Tribunal de origem enfrentou e fundamentou as questões suscitadas, que a prescrição não se consumou diante do indeferimento administrativo em 2020 e do ajuizamento em 2022, que não houve reformatio in pejus, e que, quanto às demais alegações de violação a diversos dispositivos do CPC, faltou prequestionamento no acórdão recorrido, impedindo seu exame no recurso especial; por esses motivos conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante/recorrente: ESTADO DE GOIÁS; Autoras: autoras; Parte Interessada/objeto Dos Passivos: CELG-D
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 December 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgado No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo E, Em Parte, Desprovimento Do Recurso Especial)
- Outcome
- Agravo conhecido para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, desprovido.
- Legal Topics
- Ressarcimento De Passivos Da CELG D, Incidente De Inconstitucionalidade, Sobrestamento De Processo, Julgamento Extra Petita, Reformatio in Pejus, Prescrição, Prequestionamento, Teoria Da Causa Madura, FUNAC
Case Brief
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Parties
ESTADO DE GOIÁS
Agravante/recorrente
autoras
Autoras
CELG-D
Parte Interessada/objeto Dos Passivos
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgado No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo E, Em Parte, Desprovimento Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 necessidade de sobrestamento em razão do incidente de inconstitucionalidade da Lei Estadual nº 20.416/2019
- 2 possível julgamento extra petita/ultrapassagem dos limites do pedido pela sentença de primeiro grau e pelo acórdão do TJGO
- 3 direito das autoras ao ressarcimento de passivos da CELG-D com base nas Leis Estaduais e no Decreto nº 7.732/2012
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça concluiu que não houve negativa de prestação jurisdicional (art. 1.022 CPC) porque o Tribunal de origem enfrentou e fundamentou as questões suscitadas, que a prescrição não se consumou diante do indeferimento administrativo em 2020 e do ajuizamento em 2022, que não houve reformatio in pejus, e que, quanto às demais alegações de violação a diversos dispositivos do CPC, faltou prequestionamento no acórdão recorrido, impedindo seu exame no recurso especial; por esses motivos conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Agravo conhecido para conhecer em parte do recurso especial e, nessa extensão, desprovido.
Orders
- Conhecer do agravo.
- Conhecer em parte do recurso especial.
Full Case Text
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