RMS 67052 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o recorrente não demonstrou legitimidade para pleitear a liberação de bens de titularidade formal de terceiros; o Relator não tinha competência para decidir sobre restituição após o esgotamento de sua prestação jurisdicional e encerramento do julgamento colegiado; o pedido implicaria reexame de matéria já decidida em apelação e em embargos de declaração que consignaram a ligação dos bens com os fatos; e não houve prova pré-constituída de propriedade exigida pelo mandado de segurança, aplicando-se também a Súmula 182/STJ pela ausência de impugnação específica dos fundamentos da decisão agravada.
- Parties
- Impetrante/agravante: ANDERSON KIOSHI SATOU; Terceiro (proprietário Formal): ANDERSON KIOSHI SATOU ME ("TRANS-KI"); Terceiro (proprietário Formal): CARVALHO DOS SANTOS TRANSPORTADOR; Terceiro (proprietário Formal): FRANCIANE VIEIRA FERNANDES; Terceiro (proprietário Formal): MARIA ALICE DA SILVA MANENTE; Terceiro (proprietário Formal): CARLITA DA COSTA; Terceiro (proprietário Formal): MARIA CRISTINA RODRIGUES PEÇAS ME
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Denegatória (negado Provimento Ao Agravo Regimental)
- Outcome
- Negado provimento ao agravo regimental.
- Legal Topics
- Restituição De Bens Apreendidos, Perdimento De Bens, Legitimidade Ativa, Competência Do Relator, Prova Pré Constituída, Súmula 182/stj
Case Brief
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Parties
ANDERSON KIOSHI SATOU
Impetrante/agravante
ANDERSON KIOSHI SATOU ME ("TRANS-KI")
Terceiro (proprietário Formal)
CARVALHO DOS SANTOS TRANSPORTADOR
Terceiro (proprietário Formal)
FRANCIANE VIEIRA FERNANDES
Terceiro (proprietário Formal)
MARIA ALICE DA SILVA MANENTE
Terceiro (proprietário Formal)
CARLITA DA COSTA
Terceiro (proprietário Formal)
MARIA CRISTINA RODRIGUES PEÇAS ME
Terceiro (proprietário Formal)
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Denegatória (negado Provimento Ao Agravo Regimental)
Legal Issues
- 1 Legitimidade ativa para pleitear liberação de bens de titularidade formal de terceiros
- 2 Competência do Relator de apelação criminal após exaurimento de sua prestação jurisdicional
- 3 Possibilidade de reexame de matéria já decidida em recurso de apelação e em embargos de declaração
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque o recorrente não demonstrou legitimidade para pleitear a liberação de bens de titularidade formal de terceiros; o Relator não tinha competência para decidir sobre restituição após o esgotamento de sua prestação jurisdicional e encerramento do julgamento colegiado; o pedido implicaria reexame de matéria já decidida em apelação e em embargos de declaração que consignaram a ligação dos bens com os fatos; e não houve prova pré-constituída de propriedade exigida pelo mandado de segurança, aplicando-se também a Súmula 182/STJ pela ausência de impugnação específica dos fundamentos da decisão agravada.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo regimental.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
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